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"Nosso Grupo de Genealogia da Familia Freire será tão forte quanto seus membros o façam"

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Biografia de

Luiz Fernando Budri Freire 

 

Luiz Fernando Budri Freire,nascido em 23 de março de 1957, gêmeo de Eliana Budri Freire,engenheiro mecânico, filho de José Elsio Franco Freire e de Zuleika Budri Freire.

Luiz Fernando Budri Freire divorciado e sem filhos. Casou em 06 de março de 1993 com Renata Damião, nascida em 25 de abril de 1973 na Cidade de Mogi Guaçu, SP. Filha de Adelino Damião Filho e Antonia Margarida Damião. Separou-se em 02 de dezembro de 2005 e divorciou-se um ano depois.

 

 

Balthasar Nabo, filho de João Dias Ribeiro e de Leonor Dias, natural de Lagos. Balthasar era casado com Anna Dias. Autos de genere na C. Ec. de S. Paulo.  Tiveram a filha:
 
1- Maria Freire casada com João Netto Delgado Arouche  em Tit. Chassins Cap. 6.º. Tiveram os seguintes 3 filhos:
 

2- Alferes Francisco de Nabo Freire  e sargento-mor dos auxiliares, natural de Lagos Algarve, falecido em 1796,  era neto paterno de Domingos Netto, natural de Setúbal, que foi capitão e governador da antiga fortaleza de Azevial na barra de Lagos, e de Francisca Amado, os quais foram mortos na dita cidade em uma invasão que fizeram os mouros em um domingo, estando todos a missa descuidados; por ele, bisneto de João Alves e de sua mulher Joanna Netto; por Francisca Amado, era  bisneto de João Netto Delgado e de sua mulher Maria Rodrigues. Era neto materno de Balthasar Nabo e de Anna Dias; por ele bisneto de João Dias Ribeiro e de Leonor Dias, todos naturais de Lagos. Autos de genere na C. Ec. de S. Paulo.

Alferes Francisco de Nabo Freire em primeiras núpcias casou-se com Anna Pires de Barros Leite, natural de Araçariguama. Com geração no V. 2.º pág. 549. Em segundas núpcias casou-se em 1749 em Guaratinguetá com Maria Pires Bueno que faleceu em 1748 em Pindamonhangaba, filha de Maria Leite de Araujo que casou-se em 1714 com seu parente Miguel de Godoy Moreira que por sua vez era filho de Ignacio Moreira de Godoy e de Catharina de Unhatte, V. 2.º pág. 549. Em terceiras núpcias casou-se em 1769 em Guaratinguetá com Francisca Xavier de França, que faleceu em 1805 em Guaratinguetá, f.ª do capitão-mor *Antonio Galvão de França, do Algarve, e de Izabel Leite de Barros. Tit. Prados.

Do seu casamento com Maria Pires Bueno, tiveram os seguintes 3 filhos:

2- Padre Antonio Galvão Freire (1770), casado com Valeriana Maria Veloso. Tiveram o seguinte filho:
 
1- Antonio Xavier Freire (1839), filho do Padre Antonio Galvão Freire, recebeu uma comanda assinada por D. Pedro II em 30 de Setembro de 1874, nomeando-o Cavaleiro da Ordem da Rosa (Maçonaria). Era Comendador e Juiz Municipal. O Cunhense, um periódico semanal de Quatro páginas fundado por Antônio Xavier Freire, Cavalheiro da Imperial Ordem da Rosa, título outorgado por D. Pedro II, em 1.º de outubro de 1874, devido aos relevantes serviços prestados à religião e ao Estado; era, também, na época, Antônio Xavier Freire, Juiz Municipal e de Órfãos, l.º suplente em exercício na cidade de Cunha. E, uma vez diretor e proprietário de O Cunhense, obteve colaboradores de alto nível: o advogado e jornalista Benedicto Velloso de Oliveira e Silva, Antônio José Vieira - professor público nomeado para Lorena em 14 de outubro de 1870 e removido para Cunha em janeiro de 1871, conforme informa O Cunhense na edição n.º 16, em 1878 - o médico Alfredo Casimiro da Rocha, chegado a Cunha em abril de 1878, proveniente da Bahia, além de outros. Antonio casou-se em 1846 com Maria José das Dores. Tiveram os seguintes 3 filhos:
 
3- Tenente Antonio Xavier Freire, nasceu em 1846 em Cunha, SP (mesmo nome do pai). Inspetor de Instrução Primária e Juiz de Paz. Casou-se com Maria das Dores Siqueira Freire (1ª. Esposa) e com Pamyra de Oliveira (2ª. Esposa). Desta 2ª. esposa, deixou filhos entre eles: 
 
1- André Xavier Freire, que era pai de José Xavier Freire (a confirmar no cartório de Cunha!!!!!):
 
1- José Xavier Freire,  foi prefeito de Cunha/SP em 1910, conhecido pelo apelido de “Juca Tigre”. Casou com Ana Maria Cornetti Freire (vovó Marianinha) em 21 de dezembro de 1869.Tiveram os seguintes 10 filhos:

Árvore Genealógica de Luiz Fernando Budri Freire 

José Izidro Freire  e Durvalina de Carvalho Franco

Biografia de

José Elsio Franco Freire

Dr José Elsio Franco Freire, nasceu em 28 de Julho de 1920, na cidade de Guaratinguetá, no estado de São Paulo, e faleceu dia 25 de janeiro de 2006 aos 84 anos,seu corpo está sendo velado e será sepultado no Cemitério Congonhas,  filho de José Izidro Freire  e Durvalina de Carvalho Franco. Durante sua juventude trabalhou muitos anos no jornal O Estado de São Paulo. Formado na Faculdade de Direito do Largo São Francisco (Turma de 1948), aposentou-se como Procurador-Chefe da Prefeitura do Município de São Paulo. Foi Chefe das Desapropriações do Prefeito Faria Lima, sendo responsável pela desapropriação e abertura de inúmeras avenidas importantes da Capital Paulista, como a Avenida Faria Lima, Avenida 23 de Maio, Avenida Rubem Berta, dentre outras. Foi Assessor direto de inúmeros prefeitos de SP, criando e coordenando diversos serviços, dentre eles o Serviço de Legalização dos Loteamentos Clandestinos na Capital. Casou com Zuleika Budri Freire nascida em 18 de maio de 1950, filha de Nino Budri,nascido em 30 de janeiro de 1895, Itapira, SP. e Carolina Bueno Galvão Budri, nasceu em 21 de dezembro de 1896, Itu/SP e tiveram 4 filhos:
 

1- Eng. José Elsio Franco Freire Junior, nascido em 13 de fevereiro de 1950 em São Paulo, SP, engenheiro metalúrgico, casado com Maria Elena Spaziani Freire, nascida em 10 de julho de 1954 em São Paulo, filha de Ângelo Spaziani, que nasceu em Roma, Itália, e Therezinha Paliasso Spaziani. Não teve filhos.
2- Dr. Paulo Celso Budri Freire, nascido em 17 de setembro de1953 em São Paulo, SP, médico dermatologista em clínica própria e também médico da Escola Paulista de Medicina, onde se formou. Casado com Siomara Bargieri França Freire, nascida em 25 de janeiro de 1960 em São Paulo, SP, esteticista. Tiveram 2 filhos:
 

1- Renato Bargieri França Freire, nascido em 16-NOV-1991, São Paulo, SP.
2- Rafael Bargieri França Freire, nascido em 08-SET-1995 em São Paulo, SP

3- Eng. Luiz Fernando Budri Freire, nascido em 23 de março de 1957, gêmeo de Eliana Budri Freire, engenheiro mecânico, divorciado e sem filhos. Casou em 06-MAR-1993 com Renata Damião, nascida em 25 de abril de 1973 na Cidade de Mogi Guaçu, SP. Filha de Adelino Damião Filho e Antonia Margarida Damião. Separou-se em 02 de dezembro de 2005 e divorciou-se um ano depois.
4- Dra. Eliana Budri Freire, nascida em 23 de maio de 1957 em São Paulo, SP, advogada e retratista, gêmea de Luiz Fernando Budri Freire e solteira. Ganhou vários prêmios de desenhos em pastel por sua técnica de retratista.

Árvore Genealógica de

Balthasar Nabo

Balthasar Nabo, filho de João Dias Ribeiro e de Leonor Dias, natural de Lagos. Balthasar era casado com Anna Dias. Autos de genere na C. Ec. de S. Paulo.  Tiveram a filha:

1- Maria Freire casada com João Netto Delgado Arouche  em Tit. Chassins Cap. 6.º. Tiveram os seguintes 3 filhos:

1- Helena Maria Freire, casada em 1781 em Guaratinguetá com Salvador Bueno de Menezes filho do Capitão Rodrigo de Moraes Fajardo. Tit. Cunhas Gagos

2- Alferes Francisco de Nabo Freire  e sargento-mor dos auxiliares, natural de Lagos Algarve, falecido em 1796,  era neto paterno de Domingos Netto, natural de Setúbal, que foi capitão e governador da antiga fortaleza de Azevial na barra de Lagos, e de Francisca Amado, os quais foram mortos na dita cidade em uma invasão que fizeram os mouros em um domingo, estando todos a missa descuidados; por ele, bisneto de João Alves e de sua mulher Joanna Netto; por Francisca Amado, era  bisneto de João Netto Delgado e de sua mulher Maria Rodrigues.
Era neto materno de Balthasar Nabo e de Anna Dias; por ele bisneto de João Dias Ribeiro e de Leonor Dias, todos naturais de Lagos. Autos de genere na C. Ec. de S. Paulo.

Alferes Francisco de Nabo Freire em primeiras núpcias casou-se com Anna Pires de Barros Leite, natural de Araçariguama. Com geração no V. 2.º pág. 549. Em segundas núpcias casou-se em 1749 em Guaratinguetá com Maria Pires Bueno que faleceu em 1748 em Pindamonhangaba, filha de Maria Leite de Araujo que casou-se em 1714 com seu parente Miguel de Godoy Moreira que por sua vez era filho de Ignacio Moreira de Godoy e de Catharina de Unhatte, V. 2.º pág. 549. Em terceiras núpcias casou-se em 1769 em Guaratinguetá com Francisca Xavier de França, que faleceu em 1805 em Guaratinguetá, f.ª do capitão-mor *Antonio Galvão de França, do Algarve, e de Izabel Leite de Barros. Tit. Prados.

Do seu casamento com Anna Pires de Barros Leite tiveram os seguintes 2 filhos:

1- Maria Freire, casada com José Soares, filha de Francisco Nabo Freire e de sua mulher Anna Pires de Barros Leite.

2-Mestre de Campo Agostinho Delgado e Arouche, da legião auxiliar de Paranaguá, casado em São Paulo no anno de 1746 com Maria Thereza de Araujo Rendon (filha do Capitão-mór Diogo de Toledo Lara e de sua mulher Angela de Siqueira Rendon); foram pais de 2 filhos:

1- Dr. Francisco Leandro Toledo Rendon, que em 1783 foi ouvidor de Paranaguá.
2- Doutor desembargador Diogo Toledo de Lira Ordonhes que foi alcaide-mór de Paranaguá

Do seu casamento com Francisca Xavier de França,  tiveram a seguinte filha:

1- Gertrudes Galvão de França casada em 1798 em Guaratinguetá com Maximo Monteiro da Silva, filho de Eugenia Maria de Gouvea e de Antonio Monteiro da Silva que por sua vez era filho de Nicolau Monteiro da Silva, de Portugal, e de Florencia da Silva, de Cunha , V. 2.º pág. 549, onde foi omitida a f.ª Gertrudes.

Do seu casamento com Maria Pires Bueno, tiveram os seguintes 3 filhos:

1- Anna Jacintha de França casada em 1797 em Guaratinguetá com José Francisco Guimarães filho do sargento-mor Jerônimo Francisco Guimarães, f.º de Domingos Francisco e de Anastácia de Freitas, naturais de Guimarães, casado em 1751 em Guaratinguetá com Maria Francisca das Neves. Tit. Raposos Góes. Tiveram os seguintes 7 filhos:

1- Antonio Jacintho Guimarães casado em 1.as núpcias com Anna Fialho Bittencourt; e em 2.as núpcias com Francisca Lescura França f.ª de Francisco Lescura Banher e de Maria Nogueira França. Tit. Prados
2-Anna Jacintha França casada com o alferes José Manoel de Vasconcellos
3-Gertrudes Galvão de França casada com João Galvão de França
4-Maria Jacintha de França casada com José Galvão de França.
5-Francisco de Nabo Freire Guimarães casado com Rosa dos Anjos Querido.
6-Theodora Galvão casada com Joaquim Pereira Rangel f.º do ajudante Francisco das Chagas Guimarães n.º 7-4 de 6-3 supra.
7-Marianna Francisca Guimarães casada em 1.as núpcias com Antonio de Moura Marcondes; em 2.as núpcias com João da Silva Reis.

2- Padre Antonio Galvão Freire (1770), casado com Valeriana Maria Veloso. Tiveram o seguinte filhos:

1- Antonio Xavier Freire (1839), filho do Padre Antonio Galvão Freire, recebeu uma comanda assinada por D. Pedro II em 30 de Setembro de 1874, nomeando-o Cavaleiro da Ordem da Rosa (Maçonaria). Era Comendador e Juiz Municipal. O Cunhense, um periódico semanal de Quatro páginas fundado por Antônio Xavier Freire, Cavalheiro da Imperial Ordem da Rosa, título outorgado por D. Pedro II, em 1.º de outubro de 1874, devido aos relevantes serviços prestados à religião e ao Estado; era, também, na época, Antônio Xavier Freire, Juiz Municipal e de Órfãos, l.º suplente em exercício na cidade de Cunha. E, uma vez diretor e proprietário de O Cunhense, obteve colaboradores de alto nível: o advogado e jornalista Benedicto Velloso de Oliveira e Silva, Antônio José Vieira - professor público nomeado para Lorena em 14 de outubro de 1870 e removido para Cunha em janeiro de 1871, conforme informa O Cunhense na edição n.º 16, em 1878 - o médico Alfredo Casimiro da Rocha, chegado a Cunha em abril de 1878, proveniente da Bahia, além de outros. Antonio casou-se em 1846 com Maria José das Dores. Tiveram os seguintes 3 filhos:

1- Antonio Galvão de França Freire, nasceu em 1831 em Cunha, SP.
2- Alferes João Carlos Freire, nasceu em 1847 em Cunha, SP.
3- Tenente Antonio Xavier Freire, nasceu em 1846 em Cunha, SP (mesmo nome do pai). Inspetor de Instrução Primária e Juiz de Paz. Casou-se com Maria das Dores Siqueira Freire (1ª. Esposa) e com Pamyra de Oliveira (2ª. Esposa). Desta 2ª. esposa, deixou filhos entre eles: 
 

1- André Xavier Freire, que era pai de José Xavier Freire (a confirmar no cartório de Cunha!!!!!):
 

1- José Xavier Freire,  foi prefeito de Cunha/SP em 1910, conhecido pelo apelido de “Juca Tigre”. Casou com Ana Maria Cornetti Freire (vovó Marianinha) em 21 de dezembro de 1869.Tiveram os seguintes 10 filhos:

1- José Izidro Freire,  professor, nasceu em Cunha, SP em 14 de maio de 1894, cujo apelido era ”Nozinho Freire”. Casou-se em 17 de janeiro de 1915 com Durvalina Carvalho Franco (nome de solteira), nascida em 02 de junho de 1894, filha de Benevenuto Carvalho Franco (Pindamonhangaba, SP) e Rita de Cássia Silva Ramos (1ª. Esposa) e Amélia Alves Câmara (2ª. Esposa)”Vovó Mocinha”. Tiveram 7 filhos, dentre os quais meu pai:

1- José Elsio Franco Freire, nasceu em 28 de julho de 1920 em Guaratinguetá/SP, advogado, Procurador-Chefe da Prefeitura de São Paulo e Assessor Jurídico de vários prefeitos da Capital. Como Chefe do Departamento de Desapropriações da Prefeitura de São Paulo, na gestão do Prefeito Faria Lima, desapropriou grandes avenidas da Capital, tais como as avenidas Brigadeiro Faria Lima, 23 de Maio, Ruben Berta, entre outras. Faleceu em 24 de janeiro de 2006 em São Paulo, Capital e sepultado no cemitério de Congonhas. Casou-se com Zuleika Budri Freire em 18 de maio de 1950, filha de Nino Budri, nascido em 30 de janeiro de 1895, Itapira, SP. e Carolina Bueno Galvão Budri, nasceu em 21 de dezembro de 1896, Itu/SP. Tiveram 4 filhos:

1- Eng. José Elsio Franco Freire Junior, nascido em 13 de fevereiro de 1950 em São Paulo, SP, engenheiro metalúrgico, casado com Maria Elena Spaziani Freire, nascida em 10 de julho de 1954 em São Paulo, filha de Ângelo Spaziani, que nasceu em Roma, Itália, e Therezinha Paliasso Spaziani. Não teve filhos.
2- Dr. Paulo Celso Budri Freire, nascido em 17 de setembro de1953 em São Paulo, SP, médico dermatologista em clínica própria e também médico da Escola Paulista de Medicina, onde se formou. Casado com Siomara Bargieri França Freire, nascida em 25 de janeiro de 1960 em São Paulo, SP, esteticista. Tiveram 2 filhos:
 

1- Renato Bargieri França Freire, nascido em 16 de novembro 1991, São Paulo, SP.
2- Rafael Bargieri França Freire, nascido em 08 de setembro de 1995 em São Paulo, SP

3- Eng. Luiz Fernando Budri Freire, nascido em 23 de março de 1957, gêmeo de Eliana Budri Freire, engenheiro mecânico, divorciado e sem filhos. Casou em 06 de março de 1993 com Renata Damião, nascida em 25 de abril de 1973 na Cidade de Mogi Guaçu, SP. Filha de Adelino Damião Filho e Antonia Margarida Damião. Separou-se em 02 de dezembro de 2005 e divorciou-se um ano depois.
4- Dra. Eliana Budri Freire, nascida em 23 de maio de 1957 em São Paulo, SP, advogada e retratista, gêmea de Luiz Fernando Budri Freire e solteira. Ganhou vários prêmios de desenhos em pastel por sua técnica de retratista.

2- Darcy Franco Freire, advogado, trabalhou na Prefeitura de São Paulo e muito conhecido pelos seus pareceres jurídicos, ditos perfeitos! Casou-se com Alice Niel Freire e deixou 3 filhos:

1- Paulo Adriano Niel Freire
2- Maria Alice Niel Freire
3- Carlos Alberto Niel Freire

3- Nancy Franco Freire, nasceu em 03 de novembro de 1918, professora, casou-se com Bruno Giannoni em Itatinga, SP. Tiveram 2 filhos:

1- Gilberto Giannoni
2- Bruno Giannoni Filho.

4- Dirceu Franco Freire, nasceu em ?????, casou-se com Lucrecia e tiveram 2 filhos:

1- Ricardo Freire
2- Cláudio Freire

5-Dirce Freire Penteado, nasceu em 22 de outubro de 1922, professora, casou-se com Nelson Penteado, nasceu em 28 de abril de 1919. Deixou 4 filhos:

1-Marcio Freire Penteado
2- Marília Freire Penteado Maruyama
3- Cristina Freire Penteado
4- Nelson Freire Penteado.

6-Tereza Frenco Freire, nasceu em 06 de fevereiro de 1924. Aos 4 anos de idade pegou meningite ficando dependente. Morreu solteira em Brasília, DF.
7- Benedito Jayr Franco Freire, nasceu em 19 de setembro de 1930, comerciante, casou-se com Regina Viana Freire, nasceu em 04 de julho de 1932, em Itu, SP. Deixou 11 filhos (nomes de solteiros):

1- Ana Viana Freire
2- Angela Viana Freire
3- Nestor José Viana Freire
4- Aide Viana Freire
5- Nelson Viana Freire
6- Andréia Viana Freire
7- Aurea Viana Freire
8- Adriana Viana Freire
9- Aniram Viana Freire
10- Amanda Viana Freire
11- Alcione Viana Freire.

2- Deocacina nasceu em 10 de novembro de 1909, casou-se.
3-Tonico
4- Maria Congeta, casou-se e teve 2 filhos:

1- Dra. Jessie Freire Gomes dos Reis (solteira),
2- “Neninho” (casou-se) e ?????. Seus netos:

1- Alberto José,
2- Luis César e
3- Luis Henrique.

5- Elizeu (tio Lili),
6- Neomésia, casou-se.
7- Aidée  nasceu em 8 de fevereiro de 1911, casou-se.
8- Adalívia (morreu jovem),
9- André
10- Valdemiro.

2- Francisco Xavier (ou Galvão) de França,  nasceu em 1805 em Cunha, SP e era casado com Maria Gomes de Oliveira, nascida em 1801 em Cunha, SP. Tiveram 3 filhos:

1-  João, nasceu em 1820
2-  Rita Xavier de França (ou Rita Antonia de Cássia ou Rita Galvão e França) nasceu em 1823 e faleceu em julho de 1895 em Cunha, SP, e  que casou-se com o Ten. Cel.  Camilo Manuel de Andrade Almada nasceu em 1823 e faleceu em 15 de fevereiro de 1895 em Cunha, SP
e tiveram 3 filhos:

1- João Evangelista de Andrade Almada,
2- João de Andrade Almada
3- João Olímpio Rodrigues de Andrade. Todos casados

3-  Joaquim Galvão Freire França, casou em 1875 com Malvina Galvão de Miranda (ou França) e tiveram 4 filhos:

1- Adelaide Galvão Freire
2- Idalina
Galvão Freire França
3- Virginia Malvina de Miranda
4- Adradina Freire.

3- Ana Xavier de França, nasceu em 1794 em S. Paulo, casou-se em Cunha com José de Godoy Moreira, nascido em 1785, filho de Antonio Pedro de Alcântara e Izabel Cardoso Leite. Tiveram 9 filhos.

 

 3- Ignácio Loyola Freire

 

  por parte de Antonio Galvão de França

Antonio Galvão de França, nasceu em 1706 português, natural de Faro no Reino do Algarve, filho de Manoel de França e de Agueda Maria, aportou no Brasil em torno a 1730, Capitão-mor de Guaratinguetá e Pindamonhangaba, pertencia as Ordens Terceiras de São Francisco e do Carmo, dedicava-se ao comércio e era conhecido pela sua particular generosidade. (em 1861, Santo Antônio de Guaratinguetá é elevada a vila, e noticias genealógicas informam que Antonio era comerciante). Faleceu em 1770. Casado em 1736 em Pindamonhangaba com D. Isabel Leite de Barros, nascida em 1717 na Vila de Bonsucesso de Pindamonhangaba, Capitania de São Paulo, falecida em 1755 é a sexta filha de Manoel Leite do Prado e Francisca Vieira Fajardo que era filha de José Vieira Fajardo e de Maria da Rocha, por parte paterna neta de Francisco Leite de Miranda que era filho de Gaspar Correa Leite. Francisco era casado em primeiras núpcias com Anna ou Antonia Vieira, e em segundas núpcias casado com  Maria do Prado.
Antonio
e Isabel, tiveram os seguintes 13 filhos:

1- José Galvão de França, Sargento-mor licenciado, natural de Pindamonhangaba, fez estudos no seminário de Belém, bisp. da Bahia, e em S. Paulo. Casou-se em 1758 em Parnaíba com Maria Xavier de Barros f.ª de Antonio Correa de Lemos e de Clara de Miranda, n. p. do capitão-mor Antonio Correa de Lemos e de Marianna da Luz do Prado, n. m. Pachoal Leite Penteado e de Luzia Leme de Barros. Tit. Quadros e Penteados. Teve os seguintes f.ºs q. d.:

2-
Maria Leite Galvão de França, casou-se em 1763 em Pindamonhangaba com Francisco Ferraz de Araujo f.º do capitão Miguel de Godoy Moreira de Maria Leite de Araujo (do n.º precedente). Com geração no V. 2.º pág. 549.

3- Isabel
Leite de Barros, nasceu em Pindamonhangaba, casada com Manoel Nogueira da Silva. Tiveram três filhos:

1- Maria Nogueira França casada com Francisco Lescura Sanher
2- Domingos
3- Anna.

4- Antônio Galvão de França,  nasceu em 1739 em Guaratinguetá, no Estado de São Paulo, cidade que na época pertencia à Diocese do Rio de Janeiro. Frei Antonio de Sant’Anna Galvão de França era de uma família profundamente piedosa e conhecida pela sua grande caridade para com os pobres.  Depois de ter estudado com os Padres da Companhia de Jesus, na Bahia, entrou na Ordem dos Frades Menores em 1760.  Com a criação da Diocese de São Paulo, em 1745, Frei Galvão viveu praticamente nesta diocese. Beato Frei Galvão, Padroeiro dos Profissionais da Construção Civil na Arquidiocese de São Paulo. O motivo desta declaração se deu pelo fato de ele ter sido o arquiteto, engenheiro, tendo inclusive trabalhado como pedreiro na Construção do Convento da Luz, São Paulo No dia 6 de abril de 1998, o Papa João Paulo II aprovou em Roma a beatificação do franciscano Antônio Corrêa Galvão de França. Faleceu em 23 de dezembro de 1822, aos 84 anos de idade, no Mosteiro da Luz, em S. Paulo, capital, onde estão guardados os seus restos mortais. Seus pais eram devotos de Santa Ana. Por essa razão, em 15 de abril de 1760 acrescentou ao nome que herdara do pai, o de "Sant'ana". Em 1998, a 25 de outubro, o Papa João Paulo II realizou , no Vaticano, o ato solene de sua beatificação. É de Guarantinguetá o primeiro beato brasileiro, o primeiro a receber, da Igreja, a honra dos altares.

5- Ana,
6- Ana Jacinta,
7- João,
8- An
na Joaquina de França, casou com Felix Gomes de Siqueira. Tiveram os seguintes 02 filhos:

Do casamento com Manoel Monteiro Ferraz de Barros, teve:

1- Anna Galvão de Siqueira França 

Do 2º Casamento com Antonio Gonçalves da Silva, teve:

2- Manoel Galvão de Siqueira França, casado com Gertrudes Monteiro.

9- Francisco Xavier

10-
Capitão Manoel Galvão de França casou-se em 1792 em S. Paulo com Anna Joaquina de Andrade, viúva do mestre de campo Manoel Antonio de Araujo, f.ª de José Francisco de Andrade e de Anna Maria de Salles. Tit. Macieis.
 

11- Francisca Xavier de Barros (de França) casou-se em 1769 em Guaratinguetá com o alferes Francisco de Nabo Freire, falecido em 1796, f.º de outro de igual nome e de Maria Pires Bueno, por esta, neto do capitão Miguel de Godoy Moreira e de Maria Leite de Araujo. Faleceu Francisca Xavier em 1805 em Guaratinguetá. Com geração no V. 2.º pág. 549.

12- ?
13- ?

 

 

 

 

Algumas informações sobre pessoas da mesma árvore genealógica

*Antônio Galvão de França

Antonio Galvão de França, Capitão-mor, pertencia as Ordens Terceiras de São Francisco e do Carmo, dedicava-se ao comércio e era conhecido pela sua particular generosidade. A mãe, Izabel Leite de Barros, teve o privilégio de ser mãe de onze filhos e morreu com apenas 38 anos de idade com fama de grande caridade, a tal ponto que na morte não se encontrou nenhum vestido: tudo dera aos pobres. Pais de:

1- Frei Antonio de Sant’Anna Galvão nasceu em 1739, em Guaratinguetá, no interior de São Paulo, Brasil, cidade que na época pertencia à Diocese do Rio de Janeiro. Com a criação da Diocese de São Paulo, em 1745, Frei Galvão viveu praticamente nesta diocese: 1762-1822.O ambiente familiar era profundamente religioso. O pai,

 Antônio Galvão de França

Antonio Galvão de França, casou com Ana Gertrudes de Almeida Tiveram os seguintes filhos:

1- Francisco Galvão de Almeida nasceu em 13 janeiro 1819 e faleceu em 12 setembro 1902. Ele faleceu em 12 setembro 1902, casou-se com Inácia Joaquina Correia Pacheco  em 19 junho 1838 em Itú/SP. Pais de:

1- Carlos Correia Galvão nasceu em 3 dezembro 1861 e faleceu em 2 junho 1919

2- José Galvão de França, nascido 1851 em Barra Mansa/RJ. Aos 24 anos alistou-se no Distrito de Pirapetinga. 


Fonte :
http://www.cantoni.pro.br/documentos/alistamentomilitar1875.html

 

 Antônio Galvão de França

 

 Antônio Galvão de França, BR, registro n. 190, Alferes, proprietário de uma fazenda denominada Cachoeirinha havida por compra, medindo 400x1500 braças (120 alqueires), possui 30 escravos, reside na fazenda
Atividade/produção tem engenho e fábrica de açúcar, planta cana e mantimentos.

Fonte: Proprietários de terras listados nos bens rústicos de Itu/SP de 1818, Revista da ASBRAP nº 7. pg.22
 

 

Tenente Joaquim Galvão de França

Tenente Joaquim Galvão de França, nasceu em 1770, com 48 anos, casado com Maria Dias, nasceu em 1779 com 39 anos, pais de 4 filhos. Planta cana de partido, fez de açucar alvo 600 arrobas, deixando 9 para seu gasto, redondo 200 arrobas, mascavo 100 arrobas, aguardente 60 canadas, arroz 18 alqueires, algodão 17 arrobas, planta mantimentos para seu gasto.

BR, registro n. 221, Tenente, proprietário de uma fazenda denominada Santa Cruz, havida por compra, medindo 1500x1500 braças (450 alqueires), possui 30 escravos, reside na fazenda.
Atividade/produção: tem engenho e fábrica de açúcar, planta cana .

Registro n. 222, proprietário de uma outra fazenda denominada Bom Jardim, havida por compra, medindo 350x1500 braças (105 alqueires), possui os mesmos 30 escravos, reside na fazenda já referida acima.
Atividade/produção: planta mantimentos.

Fonte: Proprietários de terras listados nos bens rústicos de Itu/SP de 1818, Revista da ASBRAP nº 7. pg.46
 

 

 

Capitão José Galvão de França

José Galvão de França, capitão miliciano, nasceu em 1771, com 47 anos, casado com Maria Josefa, nasceu em 1762, com 56 anos, pais de 8 filhos. Senhor de engenho, fez de açucar alvo 500 arrobas, redondo 300 arrobas, mascavo 100 arrobas, arroz 8 alqueires, café 6 arrobas, planta mantimentos para seu gasto.

BR Registro n 358. proprietário de uma fazenda denominada Senhora do Carmo, havida por compra, medindo 400x600 braças (48,00 alqueires), possui os mesmos 28 escravos, reside na fazenda acima já referida.
Atividade/produção tem fabrica de açucar.

Registro n 359. proprietário de uma outra fazenda denominada Tucunduva, havida por compra, medindo 150x650 braças (19,50 alqueires), possui 28 escravos, reside na fazenda.
Atividade/produção planta mantimentos.

Fonte: Proprietários de terras listados nos bens rústicos de Itu/SP de 1818, Revista da ASBRAP nº 7. pg.51
 

 

Antônio Galvão de França Bueno

Antônio Galvão de França Bueno, casado com Antônia Monteiro dos Santos
 



Antônio Galvão de França

Antônio Galvão de França, era um imigrante português, natural de Faro, Algarve no extremo Sul de Portugal e capitão-mor da cidade, de Guaratinguetá/SP, gozavam de prestígio social e influência política, pertencia às Ordens Terceiras de São Francisco e do Carmo, se dedicava ao comércio e era conhecido pela sua particular generosidade. Casou-se em 1736 em Pindamonhangaba com Isabel Leite de Barros, filha de Manoel Leite do Prado e sua mulher Francisca Vieira Fajardo f.ª de José Vieira Fajardo e de Maria da Rocha.  Isabel morreu com apenas 38 anos de idade com fama de grande caridade, a tal ponto que na morte não se encontrou nenhum vestido: tudo dera aos pobres, era filha de fazendeiros, bisneta do famoso bandeirante Fernão Dias Pais, o "caçador de esmeraldas".  Pais dos seguintes 13 filhos: Três morreram ainda menores e os outros sete casaram e deixaram uma larga descendência.
 

1- Sargento-mor licenciado José Galvão de França, f.º de 4-1, natural de Pindamonhangaba, fez estudos no seminário de Belém, bisp. da Bahia, e em S. Paulo. Casou-se em 1758 em Parnaíba com Maria Xavier de Barros f.ª de Antonio Correa de Lemos e de Clara de Miranda, n. p. do capitão-mor Antonio Correa de Lemos e de Marianna da Luz do Prado, n. m. Pachoal Leite Penteado e de Luzia Leme de Barros. Tit. Quadros e Penteados. Teve os seguintes f.ºs q. d.:
 
1 Tenente Francisco Galvão de França

Tenente Francisco Galvão de França, natural de Parnaíba e morador em Guaratinguetá, casou-se em 1790 em Itu com Anna de Barros Leite f.ª do capitão José de Barros Penteado, de Parnaíba, e de Maria Dias Leite, de Itu, n. p. do capitão Fernando Paes de Barros, de Parnaíba, e de Angela Ribeiro Leite, n. m. de José Gonçalves de Barros e de sua 1.ª mulher Maria Dias Leite. Tit. Penteados. Teve os 5 f.ºs seguintes, naturais de Itu:

7-1 Padre José Galvão de Barros França

7-2 Coronel Francisco Galvão de Barros França, um dos chefes da rebelião de 1842, foi casado com Anna Ludovina da Fontoura, natural do Rio Grande do Sul, f.ª do tenente Francisco Carneiro da Fontoura e de Anna Ludovina da Cunha. Sem geração.

7-3 Antonio Galvão de Barros França foi casado com Maria do Patrocinio Flores f.ª de José Mendes Ferraz e de Branca Luiza Flores. Tit. Arrudas Cap.1.º § 4.º. Teve (por informações):

8-1 Anna Galvão foi casada com Manoel Leite. Foram pais de:
9-1 José Leite, comissário em Santos.

9-2 Antonio, farmacêutico em S. Carlos do Pinhal.

8-2 Leonina Galvão (vive em 1902) viúva de José Feliciano Mendes. Tem o f.º:

9-1 Carlos Mendes

8-3 Carolina, solteira.

8-4 ... casada com José Balduino. Teve:

9-1 ...

8-5 José Galvão Mendes, falecido, foi casado duas vezes com duas irmãs.

8-6 Diogo, falecido em menoridade.

7-4 Anna, f.ª de 6-1, faleceu solteira.

Pág. 115

7-5 Maria Brandina, casou-se com o alferes Matheus Lourenço da Silva Paes, natural de Portugal e teve:

8-1 Padre Francisco Galvão Paes de Barros, falecido, vigário de Piracicaba.

8-2 Anna, †, foi casada com Francisco ... morador em Monte-mor, com um casal de filhos.

8-3 José Galvão Paes de Barros, vive em 1902, casado com Laura da Costa Carvalho f.ª de José da Costa Carvalho e de Theodora da Fontoura, esta irmã do tenente Francisco Carneiro da Fontoura do n.º 7-2 supra. Tem os seguintes f.ºs:

9-1 Ezechias, casado com ...

9-2 Maria Theodora casada com seu primo ... f.º de ... e de ... esta irmã de Laura da Costa Carvalho do n.º 8-3 supra.

9-3 Francisco, falecido.

9-4 Josephina, casada com ... sobrinho de Pedro Kiel, de Itu.

9-5 ... menor em 1902.

9-6 ... menor em 1902.

8-4 Joaquim Galvão, casado duas vezes em Piracicaba.

8-5 Francisca, casada com seu primo irmão f.º de Antonio Galvão de Barros França n.º 7-3 supra.

8-6 Maria, casada com Joaquim, natural de Portugal. Com 2 f.ºs.

8-7 Diogo, falecido solteiro.

 
2 Tenente Joaquim Galvão de França
Tenente Joaquim Galvão de França, f.º do sargento-mor n.º 5-4, de Guaratinguetá(1), casou-se em 1794 em Itu com Maria de Barros Leite irmã de Anna de Barros do n.º 6-1 retro. Faleceu Maria de Barros em 1839 em Itu; e teve (C. O. de Itu) os 6 f.ºs seguintes, naturais de Itu:

1 José Galvão de Barros França, casado em 1823 em Itu com Maria Clementina da Pureza, f.ª do tenente José Mendes Ferraz e de Branca Luiza Flores, n. p. do alferes Ignacio Mendes da Silva e de Marianna Leite Pacheco (Tit. Arrudas) n. m. de Manoel João Pinheiro e de Maria Leite de Aguiar

7-2 Francisco Galvão de Barros França, casado 1.º vez em 1834 em Itu com Anna Joaquina Rodrigues f.ª de José Joaquim Rodrigues e de Domingas Maria da Silveira; 2.ª vez com Theresa da Silveira.

7-3 Elias Galvão de Barros França casou-se com Manoela da Silveira. Com geração.

7-4 Antonio Galvão de Barros França casou-se 1.º em 1834 em Itu com Rita Eufrozina de Almeida, f.ª do ajudante Francisco de Almeida Paes e de Anna Theresa do Amaral; 2.ª vez com Maria f.ª do ajudante José Antonio (do Salto). Sem geração.

7-5 Barbara Gabriella Galvão casou-se em 1836 em Itu com o capitão Manoel Joaquim Rodrigues de Arruda, viúvo de Anna Custodia de Moraes. Com geração.

7-6 Luiz Galvão de Barros França casou-se em 1842 em Itu com Anna das Dores f.ª de Manoel Martins de Mello e de Anna Joaquina de Cerqueira. Teve:

1 ... casada com Francisco Napoleão Maia, professor normalista

7-7 Maria Dias de Barros, † solteira antes do pai.


3 Capitão João Galvão de França

Capitão João Galvão de França, de Parnaíba, f.º do sargento-mor José Galvão n.º 5-4, casou-se em 1795 em Itu com Maria Xavier de Araujo Bueno f.ª de José de Barros Castanho e de Anna Bueno, n. p. de Antonio Bicudo de Barros e de Josepha de Arruda, n. m. de Bento Rodrigues Bueno e de Maria de Araujo; por Josepha de Arruda, bisneta de Pedro Dias Leite e de Antonia de Arruda. V. 1.º pág. 393. Faleceu o capitão João Galvão em 1845 em Itu e teve (C. O. de Itu) 7 f.ºs:

7-1 Anna da Encarnação, foi freira no recolhimento da Luz, S. Paulo.

7-2 José de Barros França, estava casado com ...

7-3 Manoel Galvão de Barros França casou-se em 1824 em Itu com Maria de Góes Castanho f.ª de Francisco de Paula Leite e de Maria Joaquina de Campos Tit. Pedrosos Barros. Teve os 8 f.ºs seguintes:

8-1 João Galvão de Barros Leite, casou-se duas vezes; 1.º com ...; 2.ª vez com ... ambas suas primas f.ªs do capitão Candido Galvão de Barros França n.º 7-4 adiante. Com geração.

Pág. 117

8-2 Alferes Francisco Galvão de Barros Leite, falecido em 1892, foi casado com Gertrudes Marcolina, sua prima, f.ª de Francisco de Paula Leite de Barros e de Leonor de Almeida Paes de Campos. Tit. Pedrosos Barros. Sem geração.

8-3 Antonio Galvão de Barros Leite, casado com ... Com geração.

8-4 Manoel Galvão de Barros Leite, casado com ... Com geração.

8-5 Maria Galvão de Barros Leite, solteira.

8-6 Gertrudes Galvão de Barros Leite, casada com Filippe de Campos Thebas. V. 1.º pág. 189. Com geração.

8-7 Joaquim Galvão de Barros Leite, casado com sua parenta Francisca de Paula Leite de Barros (Sinhara) f.ª do alferes Ignacio de Paula Leite de Barros e de sua1.ª mulher Escholastica de Almeida Campos. Foi residente em Indaiatuba. Com geração.

8-8 Anna Gertrudes de Barros Leite foi a 2.ª mulher do alferes Ignacio de Paula Leite de Barros. Faleceu Anna Gertrudes em 1892. Com geração.

7-4 Capitão Candido Galvão de Barros França, f.º legitimado de 6-3 supra, casou-se em 1824 em Itu com Ignacia de Góes Pacheco, viúva de Joaquim Almeida Leite, f.ª do alferes Luciano Francisco e 1.ª mulher Anna Gertrudes de Campos. Tit. Tenorios. Teve q. d. (por informações):

8-1 Antonio Galvão de França Barros, foi casado com Antonia de Almeida Pacheco f.ª de Ignacio Xavier de Camargo (Gordo) e de Maria Candida de Almeida. Tit. Chassins. Teve:

9-1 Ignacio Xavier de Camargo Galvão, casado e morador em Itatiba.

9-2 Candido de Barros França casado no Jaú com ... f.ª de João de Almeida Prado Junior e de Anna Gertrudes. Tit. Cunhas Gagos.

9-3 Maria Candida de Almeida

9-4 Luiza de Almeida Pacheco

9-5 Ignacia de Arruda Góes Pacheco.

Duas destas faleceram de febre amarela.

Pág. 118

8-2 ... casou-se com seu primo João Galvão de Barros Leite n.º 8-1 de 7-3 retro.

8-3 ... 2.ª mulher de João Gonçalves de Barros Leite do n.º precedente.

7-5 Elias Galvão de Barros França casou-se em 1833 em Itu com Maria Josepha de Cerqueira, sua prima, f.ª do capitão José Galvão de França n.º 6-4 adiante.

7-6 Gertrudes de Barros França, f.ª de 6-3 retro, casou-se em 1824 em Itu com Francisco Pacheco de Campos f.º do alferes Luciano Francisco Pacheco e de sua 1.ª mulher Anna Gertrudes de Campos. Com geração em Tit. Tenorios.

7-7 Maria Xavier de Assumpção, última f.ª de 6.3, casou-se em 1824 em Itu com Luciano Dias Pacheco f.º de Bento Dias Pacheco e de Maria Euqueria de Campos. Com geração em Tit. Arrudas. Cap. 1.º § 4.º


4 José Galvão de França
Capitão José Galvão de França, de Parnaíba, f.º do sargento-mor n.º 5-4, casou-se em 1797 em Itu com Maria Josepha de Cerqueira f.ª do capitão José Manoel da Fonseca e de Josepha Maria de Góes. Neste a pág. 98. Teve (por informação) 7 f.ºs, naturais de Itu:

7-1 José Galvão de França Pacheco casado em 1824 em Itu com sua prima Antonia Maria Galvão f.ª do alferes Antonio Galvão de França e de Anna Gertrudes de Almeida n.º 6-5 adiante. Teve os seguintes f.ºs:

8-1 José Galvão de França, falecido solteiro, foi proprietário e fundador da 1.ª fabrica de tecidos no Salto de Itu.

8-2 Joaquim Galvão de França, falecido, foi casado com ... natural de Capivari. Teve 2 f.ºs:

9-1 Manoel, menor em 1902,

9-2 Joaquim, menor em 1902.

8-3 Antonio Galvão de Almeida é solteiro.

8-4 Paulino Galvão está casado com sua parenta, neta de 7-3 de 6-1 retro.

8-5 ... falecida, foi casada com João Galvão de França f.º de Francisco Pacheco de Campos e de Gertrudes de Barros França n.º 7-6 de 6-3 retro. Tit. Tenorios.

8-6 Maria é viva em 1902, solteira.

Pág. 119

8-7 Carolina Amalia Galvão é viva e solteira em 1902.

7-2 Manoel Galvão de França, f.º de 6-4, casou-se 1.º em 1824 em Itu com Anna Jorge f.ª do alferes Antonio Galvão de França n.º 6-5 adiante; 2.ª vez foi casado com Carolina f.ª do major Joaquim Dias Ferraz e de sua 2.ª mulher Maria Theresa. Tit. Arrudas. Teve q. d.:

Da 1.ª mulher (por informações):

8-1 Antonio Galvão, falecido, que foi casado com ...

8-2 José Galvão, vive em 1902, casado com Maria, sua prima, f.ª de Elias Galvão n.º 7-5 adiante.

Da 2.ª:

8-3 Joaquim Galvão vive em Itu casado com ...

8-4 ...

7-3 Anna Ribeiro Leite, já †, f.ª do capitão José Galvão n.º 6-4, casou-se em 1824 em Itu com o tenente Luciano Francisco Pacheco f.º do alferes Luciano Francisco Pacheco e de sua 1.ª mulher Anna Gertrudes de Campos. Vide a geração em Tit. Tenorios.

7-4 Maria Josepha de Cerqueira casou-se em 1833 em Itu com seu primo Elias Galvão de Barros França n.º 7-5 de 6-3.

7-5 Elias Galvão de França, f.º de 6-4 casou-se em 1832 em Itu com Maria Leme f.ª do capitão Vicente S. Paio Góes e de Francisca Soares de Araujo. Tit. Arrudas. Teve (por informações) os 10 f.ºs seguintes:

8-1José Galvão de França, casado. É fazendeiro em Dois Córregos.

8-2 Antonio Galvão de França, solteiro.

8-3 ... Diniz casado e morador em Lençóis.

8-4 Manoel Galvão de França falecido solteiro.

8-5 Francisco Galvão de França casado com sua sobrinha f.ª de José Galvão n.º 8-1 supra.

8-6 Norberto Galvão de França casado com sua sobrinha f.ª de José Galvão n.º 8-1 supra.

8-7 ... casada com Bento de Campos.

8-8 ... casada com Celestino, natural de Espanha.

8-9 ... casada com João f.º de Antonio de S. Paio Leite.

8-10 Maria, casada com seu primo José Galvão n.º 8-2 de 7-2 supra.

Pág. 120

7-6 Joaquim Galvão Pacheco de França, já falecido, casou-se 1.º em 1838 em Itu com Mariana Amalia Cunha Fontoura, já †, natural do Rio Grande do Sul, f.ª do tenente Francisco Carneiro da Fontoura e de Anna Ludovina da Cunha; segunda vez foi casado com sua sobrinha Leduina f.ª de 7-7 adiante. Teve os 6 f.ºs seguintes:

8-1 Antonio Galvão da Fontoura, tenente da marinha brasileira, casado no Rio Grande do Sul com sua prima irmã Josephina da Fontoura f.ª de ... e de Josepha, esta irmã de Mariana Amalia da Cunha n.º 7-6 supra. Tem os seguintes f.ºs:

9-1 Abel Galvão da Fontoura, alferes-aluno da escola militar do Rio de Janeiro em 1902.

9-2 Herminia casada com o tenente do exército Affonso ...

9-3 Corina, solteira.

9-4 Mariana, menor em 1902.

8-2 Rev.mo cônego da sé de S. Paulo Ezechias Galvão da Fontoura, que ocupou o cargo de vigário capitular da diocese de S. Paulo, por eleição do cabido, de 1897 a 1898, eminente pregador. Reside em S. Paulo.

8-3 Anna, viúva. Tem geração.

8-4 Francisca da Fontoura Silveira é viúva de Gabriel da Silveira Vasconcellos, natural de Bragança, f.º de Candido José da Silveira e de Guilhermina de Vasconcellos. Tit. Alvarengas. Tem os f.ºs seguintes:

9-1 Gabriel da Silveira Vasconcellos, diplomado em farmácia casado e residente em Bragança.

9-2 Maria Fausta, já †, foi casada com o engenheiro Francisco de Mesquita Barros f.º de Joaquim Floriano de Mesquita Barros. Tit. Penteados.

9-3 Aristides † solteiro.

9-4 Josephina, já †, foi casada com Nicolino ... natural da Itália. Com f.ºs menores.

9-5 Maria Elisa, solteira.

9-6 Vitalina, solteira.

9-7 Laura, solteira.

Pág. 121

8-5 Francisco Galvão da Fontoura, foi estabelecido por muitos anos com farmácia em Bragança; é hoje proprietário em S. Paulo onde reside. Solteiro.

8-6 Joaquim, falecido em menoridade.

7-7 Sargento-mor Antonio Galvão de França Pacheco, último f.º de 6-4, foi casado com Anna de Campos f.ª do alferes Luciano Francisco Pacheco e de sua mulher Anna Gertrudes de Campos. Tit. Tenorios. Teve:

8-1 Luciano Galvão (o Lulu), falecido, foi casado com Isabel de Campos Pacheco f.ª de Bento Dias Pacheco e de Maria Euqueria de Campos. Tit. Arrudas.

8-2 Antonio, falecido solteiro.

8-3 Joaquim, falecido solteiro.

8-4 Maria, falecida solteira.

8-5 Leduina 2.ª mulher de seu tio Joaquim Galvão Pacheco de França n.º 7-6 supra.


5 Alferes Antonio Galvão de França

Alferes Antonio Galvão de França, f.º de 5-4, casou-se em 1807 em Itu com Anna Gertrudes de Almeida f.ª de Alexandre Luiz de Almeida Pedroso e de Anna Jorge de Almeida Barros. Tit. Bicudos. Teve os 8 f.ºs seguintes:

7-1 Antonia Maria Galvão casada em 1824 em Itu com seu primo José Galvão de França Pacheco f.º do José Galvão de França n.º 6-4 retro; aí a geração.

7-2 Anna Jorge casada em 1824 em Itu com Manoel Galvão de França Pacheco, irmão do precedente. Aí a geração.

7-3 Tenente Francisco Galvão de Almeida faleceu com 83 anos em 1902 em S. Paulo. Casou-se em 1838 em Itu com Ignacia Joaquina Correa Pacheco f.ª do tenente Antonio Correa Pacheco da Silva (mais tarde capitão) e de Maria Xavier de Almeida Paes. Tit. Tenorios. Tem os 13 f.ºs seguintes:

8-1 Antonio Augusto Correa casado com Maria Isabel de Almeida f.ª do capitão João Baptista de Almeida Prado e de Antonia Eufrosina de Almeida. Tit. Cunhas Gagos. Tem os seguintes f.ºs:

Pág. 122

9-1 Antonio de Almeida Correa, bacharel em direito, lente do Ginásio de S. Paulo, solteiro em 1902.

9-2 Clarimando de Almeida Correa, solteiro em 1902.

9-3 Herculano de Almeida Correa engenheiro de artes e manufaturas e eletricidade pela universidade de Liège, solteiro em 1902.

9-4 Antonia Eufrosina de Almeida Correa, solteira em 1902.

8-2 Francisco Eugenio Correa, solteiro.

8-3 Maria Correa Galvão, f.ª de 7-3, solteira.

8-4 Anna Correa Galvão, faleceu solteira.

8-5 Elisa Correa Galvão é solteira.

8-6 Elisiaria Correa Galvão faleceu solteira.

8-7 Luiz Galvão Correa casado com Gertrudes Pinto Alves f.ª de Antonio Alves Pereira de Almeida. Tem:

9-1 Margarida, menor em 1902.

9-2 Adelaide, menor em 1902.

9-3 Marcilia, menor em 1902.

9-4 Geraldo, menor em 1902.

8-8 Arsenio Correa Galvão, f.º de 7-3 supra, casado com Anna Candida de Almeida f.ª de João Baptista de Almeida Prado n.º 8-1. Tem os 8 f.ºs seguintes:

9-1 Ignacio Correa Galvão, solteiro.

9-2 Anna Candida de Almeida Galvão viúva de Bento de Barros Franco f.º do coronel Bento Franco, † na Limeira, e de Maria Angelica de Barros. V. 2.º pág. 275.

9-3 Lavinio Correa Galvão solteiro.

9-4 Antonia Correa Galvão casada com Victor Andrigó. Tem a f.ª:

10-1 Leticia

9-5 Cezina Correa Galvão solteira em 1902.

9-6 Elfrida Correa Galvão casada com o dr. Benedicto Rolim de Oliveira Junior f.º do coronel Benedicto Rolim de Oliveira e de Maria Rita Rolim, Tit. Gayas.

9-7 Octavio Correa Galvão solteiro em 1902.

9-8 Arsenio Correa Galvão Junior solteiro em 1902.

Pág. 123

8-9 Josephina Correa Leite, f.ª do tenente Francisco Galvão n.º 7-3, é viúva de João de Almeida Leite f.º de Manoel Rodrigues de Sousa e de Francisca Leite de S. Paio. Tem os 5 f.ºs seguintes:

9-1 Maria Amelia Correa Leite casada com Carlos Engler f.º de Dorismundo Engler. Tit. Arrudas. Teve os 3 f.ºs seguintes:

10-1 Zuleika

10-2 Narciza

10-3 Carlos

9-2 Manoel Rodrigues de Sousa Neto.

9-3 João Correa Leite, falecido.

9-4 Ignacia Correa Leite, solteira.

9-5 Luiz Correa Leite, solteiro em 1902.

8-10 Carlos Correa Galvão, f.º de 7-3, está casado com Rachel Bressane da Silva f.ª de Luiz Henrique da Silva e de Rita Bressane. Tem:

9-1 Beatriz, menor em 1903.

9-2 Cecilia, menor em 1903.

9-3 Paulo, menor em 1903.

9-4 Jorge, menor em 1903.

8-11 Carolina Correa Galvão, f.ª do tenente Francisco Galvão de Almeida n.º 7-3, é solteira em 1902.

8-12 Jorge Correa Galvão, professor normalista, faleceu solteiro.

8-13 Theresa Correa Galvão, solteira.

8-14 Luiz Augusto Correa Galvão, bacharel em direito pela faculdade de S. Paulo, lente da escola normal desta cidade. Está casado com Carolina Guedes Galvão f.ª de José Guedes de Sousa e de Carolina Alvares Guedes, falecidos barão e baronesa de Pirapitinguy, neste à pág. 23. Tem os 2 f.ºs:

9-1 Fernando, menor.

9-2 Georgina, menor.

7-4 José Galvão de Almeida, f.º do alferes Antonio Galvão de França n.º 6-5, casou-se com Maria Izabel de Campos f.ª de José Ferraz Leite e de Anna Gertrudes de Campos. Tit. Campos. Teve os 12 f.ºs seguintes:

Pág. 124

8-1 José Galvão de Almeida casado com Gertrudes Mesquita Correa f.ª do comendador capitão Francisco Correa Pacheco e de sua 2.ª mulher Francisca Amalia. Tit. Tenorios. Tem os 4 f.ºs seguintes:

9-1 José Alfredo Galvão

9-2 Francisco Galvão

9-3 Maria Julia Galvão

9-4 Letacio Galvão.

8-2 Antonio Galvão de Almeida Barros casado em Porto Feliz com Anna Manoela de Arruda f.ª de Antonio Manoel de Arruda e de Maria Antonia de Moraes. Tit. Tenorios.

8-3 Cesario Galvão de Almeida casado com Antonia f.ª Vicente de S. Paio Penteado e de Anna Candida. Tit. Arrudas.

8-4 Joaquim Galvão de Almeida Sobrinho, falecido, foi casado com Maria Elisa f.ª de Antonio Correa Pacheco e de sua 1.ª mulher Anna de Almeida Barros. Tit. Tenorios

8-5 Evaristo Galvão de Almeida casado com Izabel de S. Paio f.ª de Joaquim de S. Paio Góes (o Quito S. Paio) e de Maria Mendes Ferraz.

8-6 Francisco Galvão de Almeida, Já falecido, foi casado com ... f.ª de Serafim da Costa, natural de Portugal.

8-7 João Galvão de Almeida faleceu solteiro em Pernambuco.

8-8 Adolpho Galvão de Almeida solteiro em 1902.

8-9 Maria Candida casada com Joaquim de Almeida Mattos. Com geração.

8-10 Anna Gabriella foi a 2.ª mulher de Filippe Correa Leite, viúvo de Francisca Elisa de Barros, f.º de Manoel Leite de S. Paio e de Theresa Correa Pacheco. Tit. Campos.

8-11 Elisa Galvão de Almeida casada com Francisco de Paula Leite de Camargo, f.º de Francisco de Paula Leite de Barros e de sua mulher Antonia de Almeida. Com geração em Tit. Pedrosos Barros.

8-12 ... falecida solteira.

Pág. 125

7-5 Joaquim Galvão de Almeida, f.º ao alferes Antonio Galvão de França n.º 6-5, casou-se com Fabia Ferraz f.ª de José Ferraz de Arruda e de Anna Miquelina Paes de Barros, n. p. de Pedro Ferraz de Arruda e de Flavia de Lima esta natural de Sorocaba, f.ª de João de Lima de Abreu e de Antonia Paes de Camargo (Tit. Cubas); n. m. do tenente Fernando Paes de Barros e de Maria Jorge Almeida Barros. Tit. Penteados.

7-6 Antonio Galvão de Almeida casou-se com Izabel Leduina Paes de Barros f.ª do tenente Fernando Paes de Barros e de Maria Jorge de Almeida Barros do n.º precedente. Tit. Penteados. Teve:

8-1 Anna Galvão de Almeida que foi casada com Antonio Pereira f.º de Antonio Pereira Aguiar e de Maria de Padua Mello. Com geração.

8-2 Major Fernando Galvão de Almeida casado com sua prima Anna Galvão de Almeida Moura f.ª de Luiz de Almeida Moura e de Izabel Galvão de Almeida n.º 7-8 adiante. Com geração.

8-3 Maria Carolina de Barros Ferraz casada com Manoel Ferraz de Camargo f.º do comendador José Ferraz de Camargo. Com geração.

7-7 Maria, faleceu solteira.

7-8 Izabel Galvão de Almeida casou-se com Luiz de Almeida Moura. Teve q. d.:

8-1 Anna Galvão de Almeida Moura casada com seu primo major Fernando Galvão de Almeida f.º de 7-6 supra.


6 Anna Xavier Galvão.

Anna Xavier Galvão, f.ª do sargento-mor licenciado José Galvão de França n.º 5-4, casou-se em 1793 em Itu com o tenente Manoel de Campos Almeida f.º do sargento-mor Estanislau de Campos Bicudo e de Antonia de Arruda. Tit. Campos. Sem geração.

 

5-5 Anna Joaquina de França, f.ª de 4-1, casou em 1767 em Guaratinguetá com o alferes Felix Gomes de Siqueira f.º de José Gomes de Gouvêa, natural do Algarve, † em 1731 em Guaratinguetá, e de Maria Nunes de Siqueira; n. p. de Manoel Gomes e de Francisca Pires, n. p. do capitão José Nunes de Siqueira, † em 1705, e de sua 3.ª mulher Anna Luiz Monteiro. Tit. Macieis. Teve q. d.:

Pág. 126

6-1 Anna Galvão de Siqueira França, natural de Cunha, foi inventariada em 1811 em Guaratinguetá, e foi 1.º casada com Manoel Monteiro Ferraz de Barros; 2.ª vez com o alferes Antonio Gonçalves da Silva f.º de Manoel Gonçalves Franco, que depois de viúvo tomou ordens sacras, e de Anna Rosa da Silva Ramos. Teve (C. O. de Guaratinguetá):

Do 1.º marido o f.º único:

7-1 Manoel Monteiro França com 23 anos em 1811.

Do 2.º. marido teve 5 f.ºs em Tit. Alvarengas.

6-2 Manoel Galvão de Siqueira França, natural de Cunha, casou em 1818 em Pindamonhangaba com Gertrudes Monteiro f.ª do alferes Manoel de Cerqueira Cesar e de Marianna da Conceição. Tit. Garcias Velhos. Teve:

7-1 Antonio Galvão Cesar casado 1.º com Marianna Gomes de Araujo f.ª de Joaquim Gomes de Araujo; 2.ª vez com Maria dos Prazeres Vieira f.ª de Luiz Vieira, de Taubaté. Teve 3 f.ºs:

8-1 Ignez Galvão Cesar casada com ... moradora em S. José dos Campos.

8-2 ... casada com seu tio paterno Manoel Galvão Cesar n.º 7-8 adiante.

8-3 ... casado e morador em Guaratinguetá.

7-2 José Galvão Cesar, f.º de 6-2, foi 1.º casado com Anna Faustina e 2.ª vez com Maria do Lado, ambas f.ªs de Manoel Monteiro Cesar e de Francisca Monteiro Cesar. Tit. Garcias Velhos.

7-3 Alexandre Galvão Cesar casou com ... f.ª de Francisco de Castro, de Guaratinguetá. Com geração.

7-4 Marianna Galvão de Castro casou-se com Francisco de Castro.

7-5 Maria Galvão do Amaral Machado casou com Alexandre Marcondes do Amaral Machado, f.º de José Machado da Silva. Tit. Costas Cabraes.

7-6 João Galvão Monteiro Cesar, casou-se em Guaratinguetá, com ... (da família Freire). Com geração.

Pág. 127

7-7 Anna Galvão de França casou em Guaratinguetá, com ... natural de Portugal.

7-8 Manoel Galvão Cesar casou com sua sobrinha ... f.ª de Antonio Galvão Cezar n.º 7-1 retro.

7-9 Maria Justina casou com Francisco de Castro. Com geração.

7-10 Maria Antonia casou com João de Castro irmão de Francisco de Castro supra.

5-6 Izabel Leite de Barros, f.ª de 4-1, casou em 1756 em Guaratinguetá com Manoel Nogueira da Silva f.º de Antonio Fernandes da Silva e de Maria Josepha, naturais de Portugal. Faleceu Izabel Leite em 1771 nessa vila e teve (C. O. de Guaratinguetá) os 3 f.ºs:

6-1 Maria Nogueira França casada em 1775 na vila supra com Francisco Lescura Banher, f.º de Nicolau Lescura Banher e de Anna Maria de S. José, de Portugal. Teve q. d.:

7-1 Anna Lescura França casada em 1797 na mesma vila com o capitão Manoel José da Silva Reis. Tit. Alvarengas.

7-2 Francisca Lescura França, 2.ª mulher de Antonio Jacintho Guimarães, f.º de José Francisco Guimarães. Neste à pág. 72.

7-3 Theodora Lescura França casou com o capitão Maximo José da Silva Reis, irmão do capitão Manoel do n.º 7-1 supra, e faleceu com testamento em 1821 em Guaratinguetá.

7-4 Manoel Lescura Banher f.º de 6-1.

7-5 Manoel Lescura França

6-2 Domingos

6-3 Anna

5-7 Frei Antonio de Sant'Anna Galvão de França, faleceu em santidade, jaz sepultado no convento da Luz, S. Paulo.

2- Francisca Xavier de França casou-se em 1769 em Guaratinguetá com o alferes Francisco de Nabo Freire, falecido em 1796, em Guaratinguetá/SP, f.º de outro de igual nome e de Maria Pires Bueno, por esta, neto do capitão Miguel de Godoy Moreira e de Maria Leite de Araujo. Faleceu Francisca Xavier em 1805 em Guaratinguetá. Com geração no V. 2.º pág. 549.

3- Capitão Manoel Galvão de França casou-se em 1792 em S. Paulo com Anna Joaquina de Andrade, viúva do mestre de campo Manoel Antonio de Araújo, f.ª de José Francisco de Andrade e de Anna Maria de Salles. Tit. Macieis.

4- Antônio de Sant'Ana Galvão OFM. Batizado com o nome de Antônio Galvão de França, nasceu em 1739, em Guaratinguetá, no interior do Estado de S. Paulo, Brasil, cidade que na época pertencia à Diocese do Rio de Janeiro. Com a criação da Diocese de São Paulo, em 1745faleceu em 23 de dezembro de 1822, popularmente conhecido como Frei Galvão foi um religioso católico e primeiro beato brasileiro.
Antônio viveu com seus irmãos numa casa grande e rica, pois seus pais gozavam de prestígio social e influência política. O pai, querendo dar uma formação humana e cultural segundo suas possibilidades econômicas, mandou o filho com a idade de treze anos para o Colégio de Belém, dos padres jesuítas, na Bahia, onde já se encontrava seu irmão José. Lá fez grandes progressos nos estudos e na prática cristã, de 1752 a 1756. Queria tornar-se jesuíta, mas por causa da perseguição movida contra os jesuítas pelo Marquês de Pombal, seu pai o aconselhou a entrar para os franciscanos, que tinham um convento em Taubaté, não muito longe de Guaratinguetá. Assim, renunciou a um futuro promissor e influente na sociedade de então, e aos 21 anos, entrou para o noviciado na Vila de Macacu, no Rio de Janeiro. Lá distinguia-se pela piedade e virtudes. A 16 de Abril de 1761 fez seus votos solenes. Um ano após foi admitido à ordenação sacerdotal, pois julgaram seus estudos suficientes. Este privilégio mostra a confiança que nutriam pelo jovem clérigo. Foi então mandado para o Convento de São Francisco em São Paulo a fim de aperfeiçoar os seus estudos de filosofia e teologia, e exercitar-se no apostolado. Data dessa época a sua "entrega a Maria", como seu "filho e escravo perpétuo", consagração mariana assinada com seu próprio sangue a 9 de novembro de 1766. Terminados os estudos foi nomeado Pregador, Confessor dos Leigos e Porteiro do Convento, cargo este considerado de muita importância, pela comunicação com as pessoas e o grande apostolado resultante. Foi confessor estimado e procurado e, muitas vezes, quando era chamado ia sempre a pé mesmo nos lugares mais distantes. Em 1769-70 foi designado Confessor de um Recolhimento de piedosas mulheres, as "Recolhidas de Santa Teresa", em São Paulo. Neste Recolhimento encontrou Irmã Helena Maria do Espírito Santo, religiosa de profunda oração e grande penitência que afirmava ter visões pelas quais Jesus lhe pedia para fundar um novo Recolhimento. Frei Galvão, ouvindo também o parecer de pessoas sábias e esclarecidas, considerou válidas essas visões. No dia 2 de fevereiro de 1774 foi oficialmente fundado o novo Recolhimento e Frei Galvão era o seu fundador.
Em 23 de fevereiro de 1775, um ano após a fundação, Madre Helena morreu improvisamente. Frei Galvão tornou-se o único sustentáculo das Recolhidas, missão que exerceu com humildade e grande prudência. Enquanto isso o novo Capitão-general de São Paulo, homem inflexível e duro, retirou a permissão e ordenou o fechamento do Recolhimento. Fazia isso para opor-se ao seu predecessor, que havia promovido a fundação. Frei Galvão aceitou com fé e também as recolhidas obedeceram, mas não deixaram a casa e resistiram até os extremos das forças físicas. Depois de um mês, graças a pressão do povo e do Bispo, o recolhimento foi aberto.
Devido ao grande número de vocações, o Servo de Deus se viu obrigado a aumentar o recolhimento. Durante catorze anos cuidou dessa nova construção (1774-1788) e outros catorze para a construção da igreja (1788-1802), inaugurada aos 15 de agosto de 1802. Frei Galvão foi arquiteto, mestre de obras e até pedreiro! A obra, hoje o Mosteiro da Luz, foi declarada "Patrimônio Cultural da Humanidade" pela UNESCO. Frei Galvão, além da construção e dos encargos especiais dentro e fora da Ordem Franciscana, deu toda a atenção e o melhor de suas forças à formação das Recolhidas. Era para elas verdadeiro pai e mestre. Para elas escreveu um estatuto, excelente guia de vida interior e de disciplina religiosa. Esse é o principal escrito de Frei Galvão, e que melhor manifesta a sua personalidade. Frei Galvão era considerado santo já em vida e a cidade fez dele o seu prisioneiro. Em várias ocasiões as exigências da sua Ordem Religiosa pediam que se mudasse para outro lugar para realizar outras funções, mas tanto o povo e as Recolhidas, como o bispo, e mesmo a Câmara Municipal de São Paulo intervieram para que ele não saísse da cidade. Diz uma carta do "Senado da Câmara de São Paulo" ao Provincial (superior) de Frei Galvão: "Este homem tão necessário às religiosas da Luz, é precioso a toda esta Cidade e Vilas da Capitania de São Paulo, é homem religioso e de prudente conselho; todos acorrem a pedir-lho; é homem da paz e da caridade".
Frei Galvão viajava constantemente pela Capitania de São Paulo, pregando e atendendo as pessoas. Fazia todos esses trajetos sempre a pé, não usava cavalos nem a 'cadeirinha' levada por escravos, o que era absolutamente normal para aquele tempo. Vilas distantes sessenta quilômetros ou mais, municípios do litoral, ou mesmo viajando para o Rio de Janeiro, enfim, não havia obstáculos para o seu zelo apostólico. Por onde passava as multidões acorriam. Ele era alto e forte, de trato muito amável, recebendo a todos com grande caridade.
Frei Galvão era homem de muita e intensa oração, e dele se atestam certos fenômenos místicos, como os êxtases e a levitação. São famosos em sua vida os casos de bilocação: estando em determinado lugar, aparecia em outro, improvisamente, para atender um doente ou moribundo que precisava da sua atenção. Era também procurado para a cura, em tempos em que não havia recursos e ciência médica como hoje. Numa dessas ocasiões, inspirado por Deus, escreveu num pedaço de papel uma frase em latim do Ofício de Nossa Senhora, que poderia se traduzida assim: "Depois do parto, Ó Virgem, permaneceste intacta: Mãe de Deus, intercede por nós!". Enrolou o papel em forma de pílula e deu a um jovem que estava quase morrendo por fortes cólicas renais. Imediatamente cessaram as dores e ele expeliu um grande cálculo. Logo veio um senhor pedindo orações e um 'remédio' para a mulher que estava sofrendo em trabalho de parto. Frei Galvão fez novamente uma pilulazinha, e a criança nasceu rapidamente. A partir daí teve que ensinar as irmãs do recolhimento a confeccionar as pílulas e dar às pessoas necessitadas, o que elas fazem até hoje (É interessante ver na imensa relação de graças alcançadas por intermédio de Frei Galvão, no Mosteiro da Luz, que, embora cerca de 60 a 70% das graças sejam relacionadas a cura de câncer, um grande número de graças refere-se a problemas por cálculos renais, gravidez e parto, ou casais que não conseguiam ter filhos e foram atendidos).
Em 1811, a pedido do bispo de São Paulo, Frei Galvão fundou o Recolhimento de Santa Clara em Sorocaba, SP, onde permaneceu por 11 meses para encaminhar a nova fundação e comunidade. Posteriormente, após a sua morte, outros mosteiros foram fundados por essas duas comunidades, seguindo assim, a orientação deixada pelo beato.
Faleceu em 23 de dezembro de 1822 e a pedido do povo e das irmãs foi sepultado na igreja do Recolhimento da Luz, que ele mesmo construíra. Seu túmulo sempre foi lugar de contínuas peregrinações.
Em 8 de abril de 1997, ele foi beatificado pelo Vaticano, tornando-se o primeiro beato brasileiro.

Oração de Frei Galvão
Pai Santo, fiel remunerador daqueles que, nesta vida de exílio, buscam e trabalham para que em vida se cumpra a vossa vontade santíssima, pedimos humildemente a glorificação do Beato Frei Antônio de Sant'Anna Galvão, concedendo-lhe socorrer a todos os que em suas necessidades, cheios de confiança, solicitarem a intercessão do "homem da paz e da caridade" e do filho devoto da Imaculada Conceição. Isto vos pedimos para a vossa maior honra e glória, por Cristo Nosso Senhor. Amém. (Pai Nosso, Ave Maria, Glória)

5- Maria Leite Galvão de França,
f.ª de 4-1, casou-se em 1763 em Pindamonhangaba com Francisco Ferraz de Araújo f.º do capitão Miguel de Godoy Moreira de Maria Leite de Araújo (do n.º precedente). Com geração no V. 2.º pág. 549.
6-
Isabel
7-
Ana
8-
Ana Jacinta
9-
João
10-
Ana Joaquina
11-
Francisco Xavier
12-
Manuel.
13- ???

Fonte: http://www.e-biografias.net/modules/news/article.php?storyid=196

 


 

Francisco Nabo Freire

Francisco Nabo Freire, inventário em 1796.

Fonte: Revista da ASBRAP nº 7 pag. 102, -  Inventários e Testamentos de Guaratinguetá do Século XVIII,

No inventário de Gertrudes Guimarães França, mulher do capitão João Galvão de França falecida em 1868, declarou o inventariante Antonio Galvão de França Guimarães que:
 

“... A finada inventariada doou para as obras da igreja da Roseira a quantia de 900 $000...”.(05)

Essa declaração nos faz supor, que, nesta data a antiga capela estava em reformas ou sendo construída uma nova. O jornal “Diário do Norte”, publicado em Pindamonhangaba, em edição do dia 23 de setembro de 1877, noticiava:

“Tem lograr hoje a festa de Nossa Senhora de Piedade, na capella da Roseira, com assistência do ex. Sr. Bispo Diocesano, segundo nos informação. A festa é com pompa e brilhantismo, havendo corridas de touros ontem e hoje...”(06).

história da Capela da Nossa Senhora da Piedade teve inicio numa época em que os barões do café, com seu poderio econômico importavam toda cultura da Europa.

Entre Pindamonhangaba e Guaratinguetá começa a se formar um povoado (Roseira Velha), em fins do século XVIII, em torno da Capela Nossa Senhora do Rosário, hoje Nossa Senhora da Piedade, nas terras de João Galvão de França e Francisco de Paula Santos.

Fonte: http://www.cidadeaparecida.com.br/actitude/roseira_capela.htm