1-
Sargento-mor licenciado José Galvão de França, f.º de
4-1, natural de Pindamonhangaba, fez estudos no seminário de Belém,
bisp. da Bahia, e em S. Paulo. Casou-se em 1758 em Parnaíba com
Maria Xavier de Barros f.ª de Antonio Correa de Lemos e de Clara
de Miranda, n. p. do capitão-mor Antonio Correa de Lemos e de
Marianna da Luz do Prado, n. m. Pachoal Leite Penteado e de Luzia
Leme de Barros. Tit. Quadros e Penteados. Teve os seguintes f.ºs q.
d.:
| 1 Tenente
Francisco Galvão de França Tenente
Francisco Galvão de França, natural de Parnaíba e
morador em Guaratinguetá, casou-se em 1790 em Itu com
Anna de Barros Leite f.ª do capitão José de Barros
Penteado, de Parnaíba, e de Maria Dias Leite, de Itu, n.
p. do capitão Fernando Paes de Barros, de Parnaíba, e de
Angela Ribeiro Leite, n. m. de José Gonçalves de Barros
e de sua 1.ª mulher Maria Dias Leite. Tit. Penteados.
Teve os 5 f.ºs seguintes, naturais de Itu:
| 7-1 Padre José Galvão de Barros França
7-2 Coronel Francisco Galvão de Barros
França, um dos chefes da rebelião de 1842,
foi casado com Anna Ludovina da Fontoura,
natural do Rio Grande do Sul, f.ª do tenente
Francisco Carneiro da Fontoura e de Anna
Ludovina da Cunha. Sem geração.
7-3 Antonio Galvão de Barros França foi
casado com Maria do Patrocinio Flores f.ª de
José Mendes Ferraz e de Branca Luiza Flores.
Tit. Arrudas Cap.1.º § 4.º. Teve (por
informações):
8-1 Anna Galvão foi casada
com Manoel Leite. Foram pais de:
| 9-1 José Leite,
comissário em
Santos.
9-2 Antonio,
farmacêutico em S.
Carlos do Pinhal.
|
8-2 Leonina Galvão (vive em
1902) viúva de José Feliciano
Mendes. Tem o f.º:
8-3 Carolina, solteira.
8-4 ... casada com José
Balduino. Teve:
8-5 José Galvão Mendes,
falecido, foi casado duas vezes
com duas irmãs.
8-6 Diogo, falecido em
menoridade. |
|
7-4 Anna, f.ª de 6-1, faleceu solteira.
Pág. 115
7-5 Maria Brandina, casou-se com o alferes Matheus
Lourenço da Silva Paes, natural de Portugal e teve:
| 8-1 Padre Francisco Galvão Paes de
Barros, falecido, vigário de Piracicaba.
8-2 Anna, †, foi casada com Francisco ...
morador em Monte-mor, com um casal de
filhos.
8-3 José Galvão Paes de Barros, vive em
1902, casado com Laura da Costa Carvalho f.ª
de José da Costa Carvalho e de Theodora da
Fontoura, esta irmã do tenente Francisco
Carneiro da Fontoura do n.º 7-2 supra. Tem
os seguintes f.ºs:
| 9-1 Ezechias, casado com ...
9-2 Maria Theodora casada com
seu primo ... f.º de ... e de
... esta irmã de Laura da Costa
Carvalho do n.º 8-3 supra.
9-3 Francisco, falecido.
9-4 Josephina, casada com ...
sobrinho de Pedro Kiel, de Itu.
9-5 ... menor em 1902.
9-6 ... menor em 1902. |
8-4 Joaquim Galvão, casado duas vezes em
Piracicaba.
8-5 Francisca, casada com seu primo irmão
f.º de Antonio Galvão de Barros França n.º
7-3 supra.
8-6 Maria, casada com Joaquim, natural de
Portugal. Com 2 f.ºs.
8-7 Diogo, falecido solteiro. |
2 Tenente Joaquim Galvão de França
Tenente Joaquim Galvão de
França, f.º do sargento-mor n.º 5-4, de
Guaratinguetá(1), casou-se em 1794 em Itu com Maria de
Barros Leite irmã de Anna de Barros do n.º 6-1 retro.
Faleceu Maria de Barros em 1839 em Itu; e teve (C. O. de
Itu) os 6 f.ºs seguintes, naturais de Itu:
| 1 José
Galvão de Barros França, casado em 1823 em
Itu com Maria Clementina da Pureza, f.ª do
tenente José Mendes Ferraz e de Branca Luiza
Flores, n. p. do alferes Ignacio Mendes da
Silva e de Marianna Leite Pacheco (Tit.
Arrudas) n. m. de Manoel João Pinheiro e de
Maria Leite de Aguiar
7-2 Francisco Galvão de Barros França,
casado 1.º vez em 1834 em Itu com Anna
Joaquina Rodrigues f.ª de José Joaquim
Rodrigues e de Domingas Maria da Silveira;
2.ª vez com Theresa da Silveira.
7-3 Elias Galvão de Barros França
casou-se com Manoela da Silveira. Com
geração.
7-4 Antonio Galvão de Barros França
casou-se 1.º em 1834 em Itu com Rita
Eufrozina de Almeida, f.ª do ajudante
Francisco de Almeida Paes e de Anna Theresa
do Amaral; 2.ª vez com Maria f.ª do ajudante
José Antonio (do Salto). Sem geração.
7-5 Barbara Gabriella Galvão casou-se em
1836 em Itu com o capitão Manoel Joaquim
Rodrigues de Arruda, viúvo de Anna Custodia
de Moraes. Com geração.
7-6 Luiz Galvão de Barros França casou-se
em 1842 em Itu com Anna das Dores f.ª de
Manoel Martins de Mello e de Anna Joaquina
de Cerqueira. Teve:
|
1 ... casada com Francisco
Napoleão Maia, professor
normalista |
7-7 Maria Dias de Barros, † solteira
antes do pai. |
3 Capitão João Galvão de França
Capitão João Galvão de França, de Parnaíba,
f.º do sargento-mor José Galvão n.º 5-4, casou-se em
1795 em Itu com Maria Xavier de Araujo Bueno f.ª
de José de Barros Castanho e de Anna Bueno, n. p. de
Antonio Bicudo de Barros e de Josepha de Arruda, n. m.
de Bento Rodrigues Bueno e de Maria de Araujo; por
Josepha de Arruda, bisneta de Pedro Dias Leite e de
Antonia de Arruda. V. 1.º pág. 393. Faleceu o capitão
João Galvão em 1845 em Itu e teve (C. O. de Itu) 7 f.ºs:
7-1 Anna da Encarnação, foi freira no
recolhimento da Luz, S. Paulo.
7-2 José de Barros França, estava casado com
...
7-3 Manoel Galvão de Barros França casou-se
em 1824 em Itu com Maria de Góes Castanho f.ª de
Francisco de Paula Leite e de Maria Joaquina de
Campos Tit. Pedrosos Barros. Teve os 8 f.ºs
seguintes:
8-1 João Galvão de Barros Leite,
casou-se duas vezes; 1.º com ...; 2.ª
vez com ... ambas suas primas f.ªs do
capitão Candido Galvão de Barros França
n.º 7-4 adiante. Com geração.
Pág. 117
8-2 Alferes Francisco Galvão de
Barros Leite, falecido em 1892, foi
casado com Gertrudes Marcolina, sua
prima, f.ª de Francisco de Paula Leite
de Barros e de Leonor de Almeida Paes de
Campos. Tit. Pedrosos Barros. Sem
geração.
8-3 Antonio Galvão de Barros Leite,
casado com ... Com geração.
8-4 Manoel Galvão de Barros Leite,
casado com ... Com geração.
8-5 Maria Galvão de Barros Leite,
solteira.
8-6 Gertrudes Galvão de Barros Leite,
casada com Filippe de Campos Thebas. V.
1.º pág. 189. Com geração.
8-7 Joaquim Galvão de Barros Leite,
casado com sua parenta Francisca de
Paula Leite de Barros (Sinhara) f.ª do
alferes Ignacio de Paula Leite de Barros
e de sua1.ª mulher Escholastica de
Almeida Campos. Foi residente em
Indaiatuba. Com geração.
8-8 Anna Gertrudes de Barros Leite
foi a 2.ª mulher do alferes Ignacio de
Paula Leite de Barros. Faleceu Anna
Gertrudes em 1892. Com geração.
7-4 Capitão Candido Galvão de Barros França,
f.º legitimado de 6-3 supra, casou-se em 1824 em
Itu com Ignacia de Góes Pacheco, viúva de
Joaquim Almeida Leite, f.ª do alferes Luciano
Francisco e 1.ª mulher Anna Gertrudes de Campos.
Tit. Tenorios. Teve q. d. (por informações):
8-1
Antonio Galvão de França Barros, foi
casado com Antonia de Almeida Pacheco
f.ª de Ignacio Xavier de Camargo (Gordo)
e de Maria Candida de Almeida. Tit.
Chassins. Teve:
9-1 Ignacio Xavier de Camargo
Galvão, casado e morador em
Itatiba.
9-2 Candido de Barros França
casado no Jaú com ... f.ª de
João de Almeida Prado Junior e
de Anna Gertrudes. Tit. Cunhas
Gagos.
9-3 Maria Candida de Almeida
9-4 Luiza de Almeida Pacheco
9-5 Ignacia de Arruda Góes
Pacheco.
Duas destas faleceram de
febre amarela.
Pág. 118
8-2 ... casou-se com seu primo João
Galvão de Barros Leite n.º 8-1 de 7-3
retro.
8-3 ... 2.ª mulher de João Gonçalves
de Barros Leite do n.º precedente.
7-5 Elias Galvão de Barros França casou-se em
1833 em Itu com Maria Josepha de Cerqueira, sua
prima, f.ª do capitão José Galvão de França n.º
6-4 adiante.
7-6 Gertrudes de Barros França, f.ª de 6-3
retro, casou-se em 1824 em Itu com Francisco
Pacheco de Campos f.º do alferes Luciano
Francisco Pacheco e de sua 1.ª mulher Anna
Gertrudes de Campos. Com geração em Tit.
Tenorios.
7-7 Maria Xavier de Assumpção, última f.ª de
6.3, casou-se em 1824 em Itu com Luciano Dias
Pacheco f.º de Bento Dias Pacheco e de Maria
Euqueria de Campos. Com geração em Tit. Arrudas.
Cap. 1.º § 4.º
4 José Galvão de França
Capitão José Galvão de
França, de Parnaíba, f.º do sargento-mor n.º 5-4,
casou-se em 1797 em Itu com Maria Josepha de Cerqueira
f.ª do capitão José Manoel da Fonseca e de Josepha Maria
de Góes. Neste a pág. 98. Teve (por informação) 7 f.ºs,
naturais de Itu:
7-1 José Galvão de França Pacheco casado em
1824 em Itu com sua prima Antonia Maria Galvão
f.ª do alferes
Antonio Galvão de França e de Anna Gertrudes
de Almeida n.º 6-5 adiante. Teve os seguintes
f.ºs:
8-1 José Galvão de França, falecido
solteiro, foi proprietário e fundador da
1.ª fabrica de tecidos no Salto de Itu.
8-2 Joaquim Galvão de França,
falecido, foi casado com ... natural de
Capivari. Teve 2 f.ºs:
9-1 Manoel, menor em 1902,
9-2 Joaquim, menor em 1902.
8-3 Antonio Galvão de Almeida é
solteiro.
8-4 Paulino Galvão está casado com
sua parenta, neta de 7-3 de 6-1 retro.
8-5 ... falecida, foi casada com João
Galvão de França f.º de Francisco
Pacheco de Campos e de Gertrudes de
Barros França n.º 7-6 de 6-3 retro. Tit.
Tenorios.
8-6 Maria é viva em 1902, solteira.
Pág. 119
8-7 Carolina Amalia Galvão é viva e
solteira em 1902.
7-2 Manoel Galvão de França, f.º de 6-4,
casou-se 1.º em 1824 em Itu com Anna Jorge f.ª
do alferes
Antonio Galvão de França n.º 6-5 adiante;
2.ª vez foi casado com Carolina f.ª do major
Joaquim Dias Ferraz e de sua 2.ª mulher Maria
Theresa. Tit. Arrudas. Teve q. d.:
Da 1.ª mulher (por informações):
8-1 Antonio Galvão, falecido, que foi
casado com ...
8-2 José Galvão, vive em 1902, casado
com Maria, sua prima, f.ª de Elias
Galvão n.º 7-5 adiante.
Da 2.ª:
8-3 Joaquim Galvão vive em Itu casado
com ...
8-4 ...
7-3 Anna Ribeiro Leite, já †, f.ª do capitão
José Galvão n.º 6-4, casou-se em 1824 em Itu com
o tenente Luciano Francisco Pacheco f.º do
alferes Luciano Francisco Pacheco e de sua 1.ª
mulher Anna Gertrudes de Campos. Vide a geração
em Tit. Tenorios.
7-4 Maria Josepha de Cerqueira casou-se em
1833 em Itu com seu primo Elias Galvão de Barros
França n.º 7-5 de 6-3.
7-5 Elias Galvão de França, f.º de 6-4
casou-se em 1832 em Itu com Maria Leme f.ª do
capitão Vicente S. Paio Góes e de Francisca
Soares de Araujo. Tit. Arrudas. Teve (por
informações) os 10 f.ºs seguintes:
8-1José Galvão de França, casado. É
fazendeiro em Dois Córregos.
8-2
Antonio Galvão de França, solteiro.
8-3 ... Diniz casado e morador em
Lençóis.
8-4 Manoel Galvão de França falecido
solteiro.
8-5 Francisco Galvão de França casado
com sua sobrinha f.ª de José Galvão n.º
8-1 supra.
8-6 Norberto Galvão de França casado
com sua sobrinha f.ª de José Galvão n.º
8-1 supra.
8-7 ... casada com Bento de Campos.
8-8 ... casada com Celestino, natural
de Espanha.
8-9 ... casada com João f.º de
Antonio de S. Paio Leite.
8-10 Maria, casada com seu primo José
Galvão n.º 8-2 de 7-2 supra.
Pág. 120
7-6 Joaquim Galvão Pacheco de França, já
falecido, casou-se 1.º em 1838 em Itu com
Mariana Amalia Cunha Fontoura, já †, natural do
Rio Grande do Sul, f.ª do tenente Francisco
Carneiro da Fontoura e de Anna Ludovina da
Cunha; segunda vez foi casado com sua sobrinha
Leduina f.ª de 7-7 adiante. Teve os 6 f.ºs
seguintes:
8-1 Antonio Galvão da Fontoura,
tenente da marinha brasileira, casado no
Rio Grande do Sul com sua prima irmã
Josephina da Fontoura f.ª de ... e de
Josepha, esta irmã de Mariana Amalia da
Cunha n.º 7-6 supra. Tem os seguintes
f.ºs:
9-1 Abel Galvão da Fontoura,
alferes-aluno da escola militar
do Rio de Janeiro em 1902.
9-2 Herminia casada com o
tenente do exército Affonso ...
9-3 Corina, solteira.
9-4 Mariana, menor em 1902.
8-2 Rev.mo cônego da sé de S. Paulo
Ezechias Galvão da Fontoura, que ocupou
o cargo de vigário capitular da diocese
de S. Paulo, por eleição do cabido, de
1897 a 1898, eminente pregador. Reside
em S. Paulo.
8-3 Anna, viúva. Tem geração.
8-4 Francisca da Fontoura Silveira é
viúva de Gabriel da Silveira
Vasconcellos, natural de Bragança, f.º
de Candido José da Silveira e de
Guilhermina de Vasconcellos. Tit.
Alvarengas. Tem os f.ºs seguintes:
9-1 Gabriel da Silveira
Vasconcellos, diplomado em
farmácia casado e residente em
Bragança.
9-2 Maria Fausta, já †, foi
casada com o engenheiro
Francisco de Mesquita Barros f.º
de Joaquim Floriano de Mesquita
Barros. Tit. Penteados.
9-3 Aristides † solteiro.
9-4 Josephina, já †, foi
casada com Nicolino ... natural
da Itália. Com f.ºs menores.
9-5 Maria Elisa, solteira.
9-6 Vitalina, solteira.
9-7 Laura, solteira.
Pág. 121
8-5 Francisco Galvão da Fontoura, foi
estabelecido por muitos anos com
farmácia em Bragança; é hoje
proprietário em S. Paulo onde reside.
Solteiro.
8-6 Joaquim, falecido em menoridade.
7-7 Sargento-mor
Antonio Galvão de França Pacheco, último f.º
de 6-4, foi casado com Anna de Campos f.ª do
alferes Luciano Francisco Pacheco e de sua
mulher Anna Gertrudes de Campos. Tit. Tenorios.
Teve:
8-1 Luciano Galvão (o Lulu),
falecido, foi casado com Isabel de
Campos Pacheco f.ª de Bento Dias Pacheco
e de Maria Euqueria de Campos. Tit.
Arrudas.
8-2 Antonio, falecido solteiro.
8-3 Joaquim, falecido solteiro.
8-4 Maria, falecida solteira.
8-5 Leduina 2.ª mulher de seu tio
Joaquim Galvão Pacheco de França n.º 7-6
supra.
5
Alferes Antonio Galvão de França
Alferes
Antonio Galvão de França, f.º de 5-4, casou-se em
1807 em Itu com Anna Gertrudes de Almeida f.ª de
Alexandre Luiz de Almeida Pedroso e de Anna Jorge de
Almeida Barros. Tit. Bicudos. Teve os 8 f.ºs seguintes:
7-1 Antonia Maria Galvão casada em 1824 em
Itu com seu primo José Galvão de França Pacheco
f.º do José Galvão de França n.º 6-4 retro; aí a
geração.
7-2 Anna Jorge casada em 1824 em Itu com
Manoel Galvão de França Pacheco, irmão do
precedente. Aí a geração.
7-3 Tenente Francisco Galvão de Almeida
faleceu com 83 anos em 1902 em S. Paulo.
Casou-se em 1838 em Itu com Ignacia Joaquina
Correa Pacheco f.ª do tenente Antonio Correa
Pacheco da Silva (mais tarde capitão) e de Maria
Xavier de Almeida Paes. Tit. Tenorios. Tem os 13
f.ºs seguintes:
8-1 Antonio Augusto Correa casado com
Maria Isabel de Almeida f.ª do capitão
João Baptista de Almeida Prado e de
Antonia Eufrosina de Almeida. Tit.
Cunhas Gagos. Tem os seguintes f.ºs:
Pág. 122
9-1 Antonio de Almeida
Correa, bacharel em direito,
lente do Ginásio de S. Paulo,
solteiro em 1902.
9-2 Clarimando de Almeida
Correa, solteiro em 1902.
9-3 Herculano de Almeida
Correa engenheiro de artes e
manufaturas e eletricidade pela
universidade de Liège, solteiro
em 1902.
9-4 Antonia Eufrosina de
Almeida Correa, solteira em
1902.
8-2 Francisco Eugenio Correa,
solteiro.
8-3 Maria Correa Galvão, f.ª de 7-3,
solteira.
8-4 Anna Correa Galvão, faleceu
solteira.
8-5 Elisa Correa Galvão é solteira.
8-6 Elisiaria Correa Galvão faleceu
solteira.
8-7 Luiz Galvão Correa casado com
Gertrudes Pinto Alves f.ª de Antonio
Alves Pereira de Almeida. Tem:
9-1 Margarida, menor em 1902.
9-2 Adelaide, menor em 1902.
9-3 Marcilia, menor em 1902.
9-4 Geraldo, menor em 1902.
8-8 Arsenio Correa Galvão, f.º de 7-3
supra, casado com Anna Candida de
Almeida f.ª de João Baptista de Almeida
Prado n.º 8-1. Tem os 8 f.ºs seguintes:
9-1 Ignacio Correa Galvão,
solteiro.
9-2 Anna Candida de Almeida
Galvão viúva de Bento de Barros
Franco f.º do coronel Bento
Franco, † na Limeira, e de Maria
Angelica de Barros. V. 2.º pág.
275.
9-3 Lavinio Correa Galvão
solteiro.
9-4 Antonia Correa Galvão
casada com Victor Andrigó. Tem a
f.ª:
10-1 Leticia
9-5 Cezina Correa Galvão
solteira em 1902.
9-6 Elfrida Correa Galvão
casada com o dr. Benedicto Rolim
de Oliveira Junior f.º do
coronel Benedicto Rolim de
Oliveira e de Maria Rita Rolim,
Tit. Gayas.
9-7 Octavio Correa Galvão
solteiro em 1902.
9-8 Arsenio Correa Galvão
Junior solteiro em 1902.
Pág. 123
8-9 Josephina Correa Leite, f.ª do
tenente Francisco Galvão n.º 7-3, é
viúva de João de Almeida Leite f.º de
Manoel Rodrigues de Sousa e de Francisca
Leite de S. Paio. Tem os 5 f.ºs
seguintes:
9-1 Maria Amelia Correa Leite
casada com Carlos Engler f.º de
Dorismundo Engler. Tit. Arrudas.
Teve os 3 f.ºs seguintes:
10-1 Zuleika
10-2 Narciza
10-3 Carlos
9-2 Manoel Rodrigues de Sousa
Neto.
9-3 João Correa Leite,
falecido.
9-4 Ignacia Correa Leite,
solteira.
9-5 Luiz Correa Leite,
solteiro em 1902.
8-10 Carlos Correa Galvão, f.º de
7-3, está casado com Rachel Bressane da
Silva f.ª de Luiz Henrique da Silva e de
Rita Bressane. Tem:
9-1 Beatriz, menor em 1903.
9-2 Cecilia, menor em 1903.
9-3 Paulo, menor em 1903.
9-4 Jorge, menor em 1903.
8-11 Carolina Correa Galvão, f.ª do
tenente Francisco Galvão de Almeida n.º
7-3, é solteira em 1902.
8-12 Jorge Correa Galvão, professor
normalista, faleceu solteiro.
8-13 Theresa Correa Galvão, solteira.
8-14 Luiz Augusto Correa Galvão,
bacharel em direito pela faculdade de S.
Paulo, lente da escola normal desta
cidade. Está casado com Carolina Guedes
Galvão f.ª de José Guedes de Sousa e de
Carolina Alvares Guedes, falecidos barão
e baronesa de Pirapitinguy, neste à pág.
23. Tem os 2 f.ºs:
9-1 Fernando, menor.
9-2 Georgina, menor.
7-4 José Galvão de Almeida, f.º do alferes
Antonio Galvão de França n.º 6-5, casou-se
com Maria Izabel de Campos f.ª de José Ferraz
Leite e de Anna Gertrudes de Campos. Tit.
Campos. Teve os 12 f.ºs seguintes:
Pág. 124
8-1 José Galvão de Almeida casado com
Gertrudes Mesquita Correa f.ª do
comendador capitão Francisco Correa
Pacheco e de sua 2.ª mulher Francisca
Amalia. Tit. Tenorios. Tem os 4 f.ºs
seguintes:
9-1 José Alfredo Galvão
9-2 Francisco Galvão
9-3 Maria Julia Galvão
9-4 Letacio Galvão.
8-2 Antonio Galvão de Almeida Barros
casado em Porto Feliz com Anna Manoela
de Arruda f.ª de Antonio Manoel de
Arruda e de Maria Antonia de Moraes. Tit.
Tenorios.
8-3 Cesario Galvão de Almeida casado
com Antonia f.ª Vicente de S. Paio
Penteado e de Anna Candida. Tit.
Arrudas.
8-4 Joaquim Galvão de Almeida
Sobrinho, falecido, foi casado com Maria
Elisa f.ª de Antonio Correa Pacheco e de
sua 1.ª mulher Anna de Almeida Barros.
Tit. Tenorios
8-5 Evaristo Galvão de Almeida casado
com Izabel de S. Paio f.ª de Joaquim de
S. Paio Góes (o Quito S. Paio) e de
Maria Mendes Ferraz.
8-6 Francisco Galvão de Almeida, Já
falecido, foi casado com ... f.ª de
Serafim da Costa, natural de Portugal.
8-7 João Galvão de Almeida faleceu
solteiro em Pernambuco.
8-8 Adolpho Galvão de Almeida
solteiro em 1902.
8-9 Maria Candida casada com Joaquim
de Almeida Mattos. Com geração.
8-10 Anna Gabriella foi a 2.ª mulher
de Filippe Correa Leite, viúvo de
Francisca Elisa de Barros, f.º de Manoel
Leite de S. Paio e de Theresa Correa
Pacheco. Tit. Campos.
8-11 Elisa Galvão de Almeida casada
com Francisco de Paula Leite de Camargo,
f.º de Francisco de Paula Leite de
Barros e de sua mulher Antonia de
Almeida. Com geração em Tit. Pedrosos
Barros.
8-12 ... falecida solteira.
Pág. 125
7-5 Joaquim Galvão de Almeida, f.º ao alferes
Antonio Galvão de França n.º 6-5, casou-se
com Fabia Ferraz f.ª de José Ferraz de Arruda e
de Anna Miquelina Paes de Barros, n. p. de Pedro
Ferraz de Arruda e de Flavia de Lima esta
natural de Sorocaba, f.ª de João de Lima de
Abreu e de Antonia Paes de Camargo (Tit. Cubas);
n. m. do tenente Fernando Paes de Barros e de
Maria Jorge Almeida Barros. Tit. Penteados.
7-6 Antonio Galvão de Almeida casou-se com
Izabel Leduina Paes de Barros f.ª do tenente
Fernando Paes de Barros e de Maria Jorge de
Almeida Barros do n.º precedente. Tit.
Penteados. Teve:
8-1 Anna Galvão de Almeida que foi
casada com Antonio Pereira f.º de
Antonio Pereira Aguiar e de Maria de
Padua Mello. Com geração.
8-2 Major Fernando Galvão de Almeida
casado com sua prima Anna Galvão de
Almeida Moura f.ª de Luiz de Almeida
Moura e de Izabel Galvão de Almeida n.º
7-8 adiante. Com geração.
8-3 Maria Carolina de Barros Ferraz
casada com Manoel Ferraz de Camargo f.º
do comendador José Ferraz de Camargo.
Com geração.
7-7 Maria, faleceu solteira.
7-8 Izabel Galvão de Almeida casou-se com
Luiz de Almeida Moura. Teve q. d.:
8-1 Anna Galvão de Almeida Moura
casada com seu primo major Fernando
Galvão de Almeida f.º de 7-6 supra.
6 Anna
Xavier Galvão.
Anna Xavier Galvão, f.ª do sargento-mor licenciado
José Galvão de França n.º 5-4, casou-se em 1793 em Itu
com o tenente Manoel de Campos Almeida f.º do
sargento-mor Estanislau de Campos Bicudo e de Antonia de
Arruda. Tit. Campos. Sem geração.
5-5 Anna Joaquina de França, f.ª de 4-1,
casou em 1767 em Guaratinguetá com o alferes
Felix Gomes de Siqueira f.º de José Gomes de
Gouvêa, natural do Algarve, † em 1731 em
Guaratinguetá, e de Maria Nunes de Siqueira; n.
p. de Manoel Gomes e de Francisca Pires, n. p.
do capitão José Nunes de Siqueira, † em 1705, e
de sua 3.ª mulher Anna Luiz Monteiro. Tit.
Macieis. Teve q. d.:
Pág. 126
6-1 Anna Galvão de Siqueira França,
natural de Cunha, foi inventariada em
1811 em Guaratinguetá, e foi 1.º casada
com Manoel Monteiro Ferraz de Barros;
2.ª vez com o alferes Antonio Gonçalves
da Silva f.º de Manoel Gonçalves Franco,
que depois de viúvo tomou ordens sacras,
e de Anna Rosa da Silva Ramos. Teve (C.
O. de Guaratinguetá):
Do 1.º marido o f.º único:
7-1 Manoel Monteiro França
com 23 anos em 1811.
Do 2.º. marido teve 5 f.ºs em Tit.
Alvarengas.
6-2 Manoel Galvão de Siqueira França,
natural de Cunha, casou em 1818 em
Pindamonhangaba com Gertrudes Monteiro
f.ª do alferes Manoel de Cerqueira Cesar
e de Marianna da Conceição. Tit. Garcias
Velhos. Teve:
7-1 Antonio Galvão Cesar
casado 1.º com Marianna Gomes de
Araujo f.ª de Joaquim Gomes de
Araujo; 2.ª vez com Maria dos
Prazeres Vieira f.ª de Luiz
Vieira, de Taubaté. Teve 3 f.ºs:
8-1 Ignez Galvão
Cesar casada com ...
moradora em S. José dos
Campos.
8-2 ... casada com
seu tio paterno Manoel
Galvão Cesar n.º 7-8
adiante.
8-3 ... casado e
morador em
Guaratinguetá.
7-2 José Galvão Cesar, f.º de
6-2, foi 1.º casado com Anna
Faustina e 2.ª vez com Maria do
Lado, ambas f.ªs de Manoel
Monteiro Cesar e de Francisca
Monteiro Cesar. Tit. Garcias
Velhos.
7-3 Alexandre Galvão Cesar
casou com ... f.ª de Francisco
de Castro, de Guaratinguetá. Com
geração.
7-4 Marianna Galvão de Castro
casou-se com Francisco de
Castro.
7-5 Maria Galvão do Amaral
Machado casou com Alexandre
Marcondes do Amaral Machado, f.º
de José Machado da Silva. Tit.
Costas Cabraes.
7-6 João Galvão Monteiro
Cesar, casou-se em
Guaratinguetá, com ... (da
família Freire). Com geração.
Pág. 127
7-7 Anna Galvão de França
casou em Guaratinguetá, com ...
natural de Portugal.
7-8 Manoel Galvão Cesar casou
com sua sobrinha ... f.ª de
Antonio Galvão Cezar n.º 7-1
retro.
7-9 Maria Justina casou com
Francisco de Castro. Com
geração.
7-10 Maria Antonia casou com
João de Castro irmão de
Francisco de Castro supra.
5-6 Izabel Leite de Barros, f.ª de 4-1, casou
em 1756 em Guaratinguetá com Manoel Nogueira da
Silva f.º de Antonio Fernandes da Silva e de
Maria Josepha, naturais de Portugal. Faleceu
Izabel Leite em 1771 nessa vila e teve (C. O. de
Guaratinguetá) os 3 f.ºs:
6-1 Maria Nogueira França casada em
1775 na vila supra com Francisco Lescura
Banher, f.º de Nicolau Lescura Banher e
de Anna Maria de S. José, de Portugal.
Teve q. d.:
7-1 Anna Lescura França
casada em 1797 na mesma vila com
o capitão Manoel José da Silva
Reis. Tit. Alvarengas.
7-2 Francisca Lescura França,
2.ª mulher de Antonio Jacintho
Guimarães, f.º de José Francisco
Guimarães. Neste à pág. 72.
7-3 Theodora Lescura França
casou com o capitão Maximo José
da Silva Reis, irmão do capitão
Manoel do n.º 7-1 supra, e
faleceu com testamento em 1821
em Guaratinguetá.
7-4 Manoel Lescura Banher f.º
de 6-1.
7-5 Manoel Lescura França
6-2 Domingos
6-3 Anna
5-7 Frei Antonio de Sant'Anna Galvão de
França, faleceu em santidade, jaz sepultado no
convento da Luz, S. Paulo.
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2- Francisca Xavier de
França casou-se em 1769 em Guaratinguetá com o alferes
Francisco de Nabo Freire, falecido em 1796, em Guaratinguetá/SP,
f.º de outro de igual nome e de Maria Pires Bueno, por esta,
neto do capitão Miguel de Godoy Moreira e de Maria Leite de Araujo.
Faleceu Francisca Xavier em 1805 em Guaratinguetá. Com geração no V.
2.º pág. 549.
3- Capitão Manoel Galvão
de França casou-se em 1792 em S. Paulo com Anna Joaquina de
Andrade, viúva do mestre de campo Manoel Antonio de Araújo,
f.ª de José Francisco de Andrade e de Anna Maria de Salles. Tit.
Macieis.
4-
Antônio de Sant'Ana
Galvão OFM. Batizado com o nome de Antônio Galvão de França,
nasceu em 1739, em Guaratinguetá, no interior do Estado de S. Paulo,
Brasil, cidade que na época pertencia à Diocese do Rio de Janeiro.
Com a criação da Diocese de São Paulo, em 1745faleceu em 23 de
dezembro de 1822, popularmente conhecido como Frei Galvão foi
um religioso católico e primeiro beato brasileiro.
Antônio viveu com seus irmãos numa casa grande e rica, pois seus
pais gozavam de prestígio social e influência política. O pai,
querendo dar uma formação humana e cultural segundo suas
possibilidades econômicas, mandou o filho com a idade de treze anos
para o Colégio de Belém, dos padres jesuítas, na Bahia, onde já se
encontrava seu irmão José. Lá fez grandes progressos nos
estudos e na prática cristã, de 1752 a 1756. Queria tornar-se
jesuíta, mas por causa da perseguição movida contra os jesuítas pelo
Marquês de Pombal, seu pai o aconselhou a entrar para os
franciscanos, que tinham um convento em Taubaté, não muito longe de
Guaratinguetá. Assim, renunciou a um futuro promissor e influente na
sociedade de então, e aos 21 anos, entrou para o noviciado na Vila
de Macacu, no Rio de Janeiro. Lá distinguia-se pela piedade e
virtudes. A 16 de Abril de 1761 fez seus votos solenes. Um ano após
foi admitido à ordenação sacerdotal, pois julgaram seus estudos
suficientes. Este privilégio mostra a confiança que nutriam pelo
jovem clérigo. Foi então mandado para o Convento de São Francisco em
São Paulo a fim de aperfeiçoar os seus estudos de filosofia e
teologia, e exercitar-se no apostolado. Data dessa época a sua
"entrega a Maria", como seu "filho e escravo perpétuo", consagração
mariana assinada com seu próprio sangue a 9 de novembro de 1766.
Terminados os estudos foi nomeado Pregador, Confessor dos Leigos e
Porteiro do Convento, cargo este considerado de muita importância,
pela comunicação com as pessoas e o grande apostolado resultante.
Foi confessor estimado e procurado e, muitas vezes, quando era
chamado ia sempre a pé mesmo nos lugares mais distantes. Em 1769-70
foi designado Confessor de um Recolhimento de piedosas mulheres, as
"Recolhidas de Santa Teresa", em São Paulo. Neste Recolhimento
encontrou Irmã Helena Maria do Espírito Santo, religiosa de profunda
oração e grande penitência que afirmava ter visões pelas quais Jesus
lhe pedia para fundar um novo Recolhimento. Frei Galvão, ouvindo
também o parecer de pessoas sábias e esclarecidas, considerou
válidas essas visões. No dia 2 de fevereiro de 1774 foi oficialmente
fundado o novo Recolhimento e Frei Galvão era o seu fundador.
Em 23 de fevereiro de 1775, um ano após a fundação, Madre Helena
morreu improvisamente. Frei Galvão tornou-se o único sustentáculo
das Recolhidas, missão que exerceu com humildade e grande prudência.
Enquanto isso o novo Capitão-general de São Paulo, homem inflexível
e duro, retirou a permissão e ordenou o fechamento do Recolhimento.
Fazia isso para opor-se ao seu predecessor, que havia promovido a
fundação. Frei Galvão aceitou com fé e também as recolhidas
obedeceram, mas não deixaram a casa e resistiram até os extremos das
forças físicas. Depois de um mês, graças a pressão do povo e do
Bispo, o recolhimento foi aberto.
Devido ao grande número de vocações, o Servo de Deus se viu obrigado
a aumentar o recolhimento. Durante catorze anos cuidou dessa nova
construção (1774-1788) e outros catorze para a construção da igreja
(1788-1802), inaugurada aos 15 de agosto de 1802. Frei Galvão foi
arquiteto, mestre de obras e até pedreiro! A obra, hoje o Mosteiro
da Luz, foi declarada "Patrimônio Cultural da Humanidade" pela
UNESCO. Frei Galvão, além da construção e dos encargos especiais
dentro e fora da Ordem Franciscana, deu toda a atenção e o melhor de
suas forças à formação das Recolhidas. Era para elas verdadeiro pai
e mestre. Para elas escreveu um estatuto, excelente guia de vida
interior e de disciplina religiosa. Esse é o principal escrito de
Frei Galvão, e que melhor manifesta a sua personalidade. Frei Galvão
era considerado santo já em vida e a cidade fez dele o seu
prisioneiro. Em várias ocasiões as exigências da sua Ordem Religiosa
pediam que se mudasse para outro lugar para realizar outras funções,
mas tanto o povo e as Recolhidas, como o bispo, e mesmo a Câmara
Municipal de São Paulo intervieram para que ele não saísse da
cidade. Diz uma carta do "Senado da Câmara de São Paulo" ao
Provincial (superior) de Frei Galvão: "Este homem tão necessário às
religiosas da Luz, é precioso a toda esta Cidade e Vilas da
Capitania de São Paulo, é homem religioso e de prudente conselho;
todos acorrem a pedir-lho; é homem da paz e da caridade".
Frei Galvão viajava constantemente pela Capitania de São Paulo,
pregando e atendendo as pessoas. Fazia todos esses trajetos sempre a
pé, não usava cavalos nem a 'cadeirinha' levada por escravos, o que
era absolutamente normal para aquele tempo. Vilas distantes sessenta
quilômetros ou mais, municípios do litoral, ou mesmo viajando para o
Rio de Janeiro, enfim, não havia obstáculos para o seu zelo
apostólico. Por onde passava as multidões acorriam. Ele era alto e
forte, de trato muito amável, recebendo a todos com grande caridade.
Frei Galvão era homem de muita e intensa oração, e dele se atestam
certos fenômenos místicos, como os êxtases e a levitação. São
famosos em sua vida os casos de bilocação: estando em determinado
lugar, aparecia em outro, improvisamente, para atender um doente ou
moribundo que precisava da sua atenção. Era também procurado para a
cura, em tempos em que não havia recursos e ciência médica como
hoje. Numa dessas ocasiões, inspirado por Deus, escreveu num pedaço
de papel uma frase em latim do Ofício de Nossa Senhora, que poderia
se traduzida assim: "Depois do parto, Ó Virgem, permaneceste
intacta: Mãe de Deus, intercede por nós!". Enrolou o papel em forma
de pílula e deu a um jovem que estava quase morrendo por fortes
cólicas renais. Imediatamente cessaram as dores e ele expeliu um
grande cálculo. Logo veio um senhor pedindo orações e um 'remédio'
para a mulher que estava sofrendo em trabalho de parto. Frei Galvão
fez novamente uma pilulazinha, e a criança nasceu rapidamente. A
partir daí teve que ensinar as irmãs do recolhimento a confeccionar
as pílulas e dar às pessoas necessitadas, o que elas fazem até hoje
(É interessante ver na imensa relação de graças alcançadas por
intermédio de Frei Galvão, no Mosteiro da Luz, que, embora cerca de
60 a 70% das graças sejam relacionadas a cura de câncer, um grande
número de graças refere-se a problemas por cálculos renais, gravidez
e parto, ou casais que não conseguiam ter filhos e foram atendidos).
Em 1811, a pedido do bispo de São Paulo, Frei Galvão fundou o
Recolhimento de Santa Clara em Sorocaba, SP, onde permaneceu por 11
meses para encaminhar a nova fundação e comunidade. Posteriormente,
após a sua morte, outros mosteiros foram fundados por essas duas
comunidades, seguindo assim, a orientação deixada pelo beato.
Faleceu em 23 de dezembro de 1822 e a pedido do povo e das irmãs foi
sepultado na igreja do Recolhimento da Luz, que ele mesmo
construíra. Seu túmulo sempre foi lugar de contínuas peregrinações.
Em 8 de abril de 1997, ele foi beatificado pelo Vaticano,
tornando-se o primeiro beato brasileiro.
Oração de Frei Galvão
Pai Santo, fiel remunerador daqueles que, nesta vida de exílio,
buscam e trabalham para que em vida se cumpra a vossa vontade
santíssima, pedimos humildemente a glorificação do Beato Frei
Antônio de Sant'Anna Galvão, concedendo-lhe socorrer a todos os que
em suas necessidades, cheios de confiança, solicitarem a intercessão
do "homem da paz e da caridade" e do filho devoto da Imaculada
Conceição. Isto vos pedimos para a vossa maior honra e glória, por
Cristo Nosso Senhor. Amém. (Pai Nosso, Ave Maria, Glória)
5- Maria Leite Galvão de França, f.ª de 4-1, casou-se em 1763 em
Pindamonhangaba com Francisco Ferraz de Araújo f.º do capitão
Miguel de Godoy Moreira de Maria Leite de Araújo (do n.º
precedente). Com geração no V. 2.º pág. 549.
6-
Isabel
7-Ana
8-Ana
Jacinta
9-João
10-Ana
Joaquina
11-Francisco
Xavier
12-Manuel.
13- ??? |