|
|
FAMÍLIA
BRITO FREIRE
I - o neto, Vasco de Brito Freire, que passou ao Brasil, estabelecendo-se na Bahia, onde casou e deixou geração;
II - o neto, Estevão de Brito Freire [c.1567 -], natural de Portugal, que passou para o Brasil, estabelecendo-se na Bahia, onde foi abastado proprietário rural, que instituiu um morgado sob a denominação de S. Estevão e N. S. de Jesus;
III - bisneto, Antônio de Brito Freire, filho do citado Vasco, que teve o foro de Capelão Fidalgo, por serviços prestados no Brasil [20.06.1655]; IV - o bisneto, Lourenço de Brio Freire, irmão do anterior, que teve mercê do Hábito da Ordem de Cristo [24.10.1645], pelos serviços prestados em Salvador, nas armadas do conde da Torre e de Antônio Teles, e nos sítios de Alconchel e Vila Nova de Fresno. Capitão, por patente passada na Bahia a 08.11.1639.
Linha Indígena: O abastado Estevão de Brito Freire, deixou geração quatro filhos, de seu casamento, em 10.08.1592, Bahia, com Violante de Araújo, filha de Francisco de Araújo, um dos «4 Araújos», e de Maria Dias, neta, esta, de Diogo Álvares «Caramuru» e da «ameríndia Guaibimpará», Catarina Paraguaçú;
V - o bisneto, Francisco de Brito Freire [bat. 05.04.1596, Sé de Salvador, BA -], filho do anterior, que foi Moço Fidalgo da Casa Real. Herdeiro do morgado de S. Estevão e N. S. de Jesus, que foi de seu pai;
VI - o terceiro neto, Francisco de Brito Freire, herdeiro do morgado de S. Estevão e N. S. de Jesus, que foi de seu pai e avô;
VII - o quarto neto, Gaspar de Brito Freire, Capitão do Terço da Guarnição da Fortaleza de São João da Barra, em Lisboa, onde foi casado;
VIII - a quarta neta, Felipa de Brito Freire, que foi casada com o poeta Manuel Botelho de Oliveira, conforme vai descrito no título da família Botelho de Oliveira (v.s.), da Bahia. Nota: ver separadamente os sobrenomes Brito e Freire.
![]()
Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras